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França relembra 2 anos dos atentados do Estado Islâmico

Ao todo, 130 pessoas morreram e 400 ficaram feridas

14:01 | 13/11/2017
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A França amanheceu silenciosa nesta segunda-feira. Hoje, o país relembra o aniversário de dois anos do maior atentado terrorista de sua história.

Em 13 de novembro de 2015, uma série de ataques simultâneos apavoraram Paris, deixando 130 mortos e 400 feridos- que até hoje tentam curar seus traumas -. Os atos foram assumidos pelo Estado Islâmico (EI) e marcaram uma nova onda de atentados pela Europa.

Os ataques foram cometidos por sete terroristas e começaram nos arredores do estádio Stade de France, em Saint-Denis, onde era disputado um jogo entre França e Alemanha. O autor do ataque detonou um cinto explosivos no local. Em seguida, quatro homens invadiram o teatro Bataclan, em Paris, que recebia naquela noite um show da banda Eagles of Death. Os terroristas, armados com fuzis, massacraram o público.

Também houve ataques e tiroteiros em bares e restaurantes das ruas Bichat, Fontaine ao Rio, Charonne e boulevard Voltaire. Tudo ocorreu ao mesmo tempo, entre 21h locais e meia-noite.
O presidente Emmanuel Macron e a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, foram nesta manhã até o Stade de France, local da primeira explosão, para relembrar as vítimas daquela sexta-feira junto com familiares dos mortos e feridos.

A banda Eagles of Death também voltou ao Bataclan hoje, com o vocalista Jesse Hughes vestido de branco.
As medidas de segurança foram reforçadas em todo o país para evitar qualquer incidente. Desde aquele dia, até 31 de outubro deste ano, a França viveu em estado de alerta máximo.

Neste mês, entrou em vigor a nova lei de segurança, outra consequência dos atentados. "A vontade do Estado Islâmico de atacar de novo permanece alta", disse o líder do serviço de inteligência da França, Laurent Nunez, em uma entrevista publicada hoje pelo jornal "Le Figaro".

 

Fonte: ANSA

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