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Os incêndios mais violentos em Portugal

12:36 | 18/06/2017

 Portugal sofreu nos últimos anos vários incêndios, antes do declarado neste sábado na região de Leiria, centro do país, que já deixou mais de 60 mortos e dezenas de feridos.

 

Um incêndio na floresta de Sintra, oeste de Lisboa, provocou a morte de 25 militares que tentavam lutar contra as chamas.

 

Entre julho e setembro, incêndios gigantescos, alimentados por uma onda de calor, arrasaram por semanas o centro e sul de Portugal e deixaram 20 mortos.
O verão de 2003 foi o mais catastrófico da história, com cerca de 425 mil hectares destruídos.

 

Em fevereiro, quatro bombeiros morreram num incêndio em uma floresta próxima a Mortagua (200 km a nordeste de Lisboa).

 

Em julho e agosto, vários incêndios arrasaram o norte e sul do país, e levaram o governo a pedir ajuda aos sócios europeus.

 

Naquele ano, os incêndios deixaram 18 mortos, 11 deles bombeiros, e arrasaram 300 mil hectares, em meio à pior seca desde 1945.

 

Em 9 de julho, seis bombeiros morreram carbonizados em uma floresta próxima a São Famalição da Serra (centro).

 

Em agosto, uma onda de incêndios no norte e centro, provocados por temperaturas altas e ventos fortes, deixou oito bombeiros e um civil morto e destruiu milhares de hectares de florestas.

 

A zona mais afetada foi a Serra de Caramulo (centro), apelidada de "pulmão de Portugal" por sua quantidade de pinheiros e eucaliptos.

 

Milhares de bombeiros, com a ajuda de aviões franceses, espanhóis e croatas, mobilizaram-se em todo o país, com uma média de 250 a 300 novos focos diários.

 

Entre janeiro e agosto daquele ano, foram detidos cerca de 60 supostos piromaníacos.

 

AFP

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