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Tiroteio deixa 2 feridos em colégio na França; aluno é detido

10:36 | 16/03/2017
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[FOTO1]Duas pessoas ficaram feridas nesta quinta-feira em um tiroteio ocorrido em um colégio secundário de Grasse, sudeste da França, e um estudante armado foi detido. Uma segunda pessoa se encontra foragida, de acordo com a polícia. Os disparos começaram depois que uma pessoa invadiu o colégio Tocqueville. Segundo fontes da prefeitura, dois alunos dispararam contra o diretor do estabelecimento.

Um estudante na posse de várias armas foi detido, enquanto que o segundo suspeito fugiu. O suspeito detido tem 17 anos e estuda no estabelecimento que foi cenário do tiroteio. Estava armado com um fuzil, dois revólveres e dua grandas, segundo fontes policiais. As fontes acrescentaram que o menor teria atuado sozinho.

[SAIBAMAIS]Como medida de segurança, as autoridades emitiram um alerta de confinamento de todos os estabelecimentos escolares da localidade, anunciou o reitor de Nice, Emmanuel Ethis, no Twitter. Em outro tuíte, Ethis pediu aos pais que não vão buscar seus filhos nos colégios, assegurando que os estudantes se encontram em segurança.

A ministra da Educação, Najat Vallaud-Belkacem, anunciou que vai ao local dos acontecimentos.
A França ja vivenciou ataques a suas escolas.

Em 2012, Mohamed Merah, um extremista de 23 anos, matou três crianças e um professo em uma escola judia da cidade de Toulouse (sudoeste). O tiroteio desta quinta aconteceu horas depois da explosão de uma carta-bomba no escritório do FMI em Paris, que foi caracterizado como um atentado pelo presidente francês François Hollande.

A explosão fez uma vítima que se encontra "entre a vida e a morte", acrescentou Hollande, apesar de a polícia ter afirmado pouco antes que a pessoa se encontrava levemente ferida.
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, também emitiu um comunicado condenando o que chamou de ato de violência.

Segundo as primeiras informações, a vítima é uma assistente da direção, que teria ficado ferida nas mãos e no rosto depois de abrir uma carta-bomba. Os funcionários foram retirados das instalações por medida de proteção. A investigação foi confiada à polícia judiciária parisiense, enquanto a polícia científica já se encontra trabalhando no local.

AFP
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