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Polícia pede prisão de mulher do embaixador grego

Além da esposa, outras três pessoas teriam planejado a execução do crime: o policial militar Sergio Gomes Moreira Filho e dois cúmplices que não tiveram os nomes revelados

13:23 | 30/12/2016

A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu à Justiça nesta sexta-feira (30) a prisão da brasileira Françoise Amiridis, esposa do embaixador da Grécia no Brasil Kyriakos Amiridis, que estava desaparecido desde a última segunda-feira (26).


Na tarde desta quinta-feira (29), as autoridades localizaram o carro do grego embaixo de um viaduto do Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu. Segundo a Polícia, o corpo carbonizado dentro do veículo é do embaixador.


De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), além de Françoise, outras três pessoas teriam planejado a execução do crime: o policial militar Sergio Gomes Moreira Filho e dois cúmplices que não tiveram os nomes revelados.


Segundo as autoridades, o policial envolvido seria amante da esposa de Amiridis. O embaixador foi morto em casa, antes de ser levado para dentro do carro, que estava alugado desde o dia 21 de dezembro.


Os investigadores afirmaram ter encontrado um sofá com manchas de sangue na residência onde o diplomata estava com a mulher. De acordo com eles, o corpo foi retirado da casa por volta das 3h da madrugada de quarta-feira (28).


Kyriakos Amiridis morava em Brasília e estava no Rio de Janeiro para passar as festas de fim de ano. Seu desaparecimento foi comunicado pela esposa após informar que não conseguia contato com o marido.


Entre 2001 e 2004, Amiridis foi cônsul na cidade carioca. O embaixador era formado em direito pela Universidade de Aristóteles em Tessalônica, na Grécia. Sua carreira teve início em 1985, e antes de ir para Brasília, foi embaixador da Grécia na Líbia de 2012 a 2015.

 

 

Agência Ansa

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