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Colombianos querem �explorar os espaços� da defesa brasileira no futebol

08:20 | 13/08/2016

O técnico Rogério Micale define a Colômbia como uma seleção equilibrada, forte coletivamente, adepta do contra-ataque, mas que também sabe propor o jogo no Rio-2016. E o adversário desta noite do time brasileiro realmente requer cuidado. Pelo que demonstrou até agora, em campanha semelhante à do Brasil na primeira fase - dois empates e uma vitória -, os colombianos devem dar bastante trabalho.

A exemplo da seleção brasileira, o ataque é talvez a maior força do time treinado por Carlos Restrepo - seis gols até agora, dois em cada partida. Pabón, que teve passagem pelo São Paulo, Téo Gutierrez, o destaque do time, e Sebastian Perez são habilidosos e rápidos. E ainda tem Miguel Borja, que na recente Libertadores fez quatro gols contra o São Paulo jogando pelo Atlético Nacional.

Restrepo não esconde que pretende explorar os espaços que imagina que o Brasil deixará nesta noite de sábado, pelas quartas de final do torneio olímpico. �Toda equipe que vai muito ao ataque se arrisca na defesa. Podemos aproveitar as costas dos volantes, como fizemos contra a Nigéria e o Japão. Fomos agressivos e assim que temos que ser", disse.

Em compensação, a defesa colombiana se mostra confusa e vulnerável quando pressionada. Por isso, deve ganhar uma proteção maior na partida contra o Brasil.

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