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Cinco mortos em tiroteio na Pensilvânia

Outras três pessoas foram hospitalizadas e duas delas estão em estado crítico

07:17 | 10/03/2016

Cinco pessoas morreram em um tiroteio registrado durante um churrasco em uma casa de Wilkinsburg, Pensilvânia (nordeste dos Estados Unidos), e ao menos dois suspeitos estão sendo procurados, informou a polícia nesta quinta-feira.


Quatro pessoas - três mulheres e um homem - morreram no local do tiroteio e uma mulher faleceu ao chegar ao hospital, disse a polícia do condado de Allegheny em um comunicado.


Outras três pessoas foram hospitalizadas e duas delas estão em estado crítico. As quatro primeiras vítimas, cuja identidade não foi divulgada, morreram em frente à porta traseira da casa.


A polícia busca ao menos dois suspeitos e fez um apelo a testemunhas.
"As provas balísticas mostram que duas pessoas dispararam com duas armas diferentes", indicaram as forças de ordem.


Ao que parece, os primeiros disparos foram provenientes de um beco adjacente ao jardim da casa onde ocorria uma festa. Quando as pessoas presentes tentaram se esconder no interior do imóvel foram disparados novos tiros.
"Seguimos tentando identificar as vítimas", disse à AFP o tenente Andrew Schurman.


Schurman acrescentou que os suspeitos estavam a pé no momento do tiroteio, mas que não está claro como fugiram da cena do crime. Os vizinhos dizem ter ouvido entre 30 e 40 disparos, indicou o canal de televisão local DCBS desta região localizada 10 quilômetros a leste de Pittsburgh.


Sete ambulâncias se dirigiram ao local do incidente, informou o canal WPXI, citando os serviços de emergência. Um importante dispositivo policial foi mobilizado e as ruas foram fechadas.


A rua onde ocorreu o tiroteio é, em geral, tranquila e repleta de crianças, disse uma moradora local, Kayla Alexander, ao canal WPXI.
Este tiroteio é o último de uma série de ataques com armas de fogo nos Estados Unidos, onde este tipo de incidentes se tornaram comuns.
Cerca de 30.000 pessoas morrem anualmente neste país em incidentes com armas de fogo.

 

AFP

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