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Após problemas com Kesha, Sony pode demitir Dr. Luke

O processo foi aberto em 2014, quando Kesha pediu o fim do contrato. Ela disse que, durante dez anos, ele teria "abusado sexual, física, verbal e psicologicamente dela, a ponto de ela quase perder a vida"

18:40 | 09/03/2016
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Após os problemas envolvendo a cantora Kesha com o produtor musical Dr. Luke, o site The Wrap afirma que a Sony Music vai demitir o produtor em breve. Segundo a matéria do New York Daily News, a gravadora decidiu encerrar o contrato um ano antes do que estava previsto. A decisão teria sido a maneira encontrada pela Sony de colocar um fim na má repercussão da briga judicial enfrentada pela cantora.

A parceria de Kesha com a Kemosabe Records, da Sony Music, iniciou-se com "Warrior", segundo álbum da cantora. A empresa é de Lukasz Sebastian Gottwald, o Dr. Luke. Os conflitos surgiram com o lançamento de "Die Young", em 2012. A música saiu na mesma época do tiroteio na escola Sandy Hook, que terminou com 28 mortos. O refrão da música diz: "vamos fazer nosso melhor esta noite, porque vamos morrer jovens".
 
Em 2013, Kesha deu entrada em uma clínica de reabilitação para tratar de um transtorno alimentar. A mãe dela, Pepe Sebert, culpou o produtor, já que segundo ela, ele estaria forçando a cantora a perder peso.
 
O processo foi aberto em 2014, quando Kesha pediu o fim do contrato. Ela disse que, durante dez anos, ele teria "abusado sexual, física, verbal e psicologicamente dela, a ponto de ela quase perder a vida". Kesha não gravou novas músicas desde então. 
 
No último dia 19 de fevereiro, a Suprema Corte de Nova York negou o pedido de rescisão de contrato. De acordo com a decisão da juíza Shirley Kornreich, não havia "nenhum indício de dano irreparável".
 
Redação O POVO Online
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