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Vaticano condena suicídio assistido de jovem americana

Para o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, ''o suicídio assistido é um absurdo''

17:26 | 04/11/2014
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O suicídio assistido nos Estados Unidos de uma jovem de 29 anos com câncer terminal, em um caso que reavivou o debate sobre a morte digna, foi condenado nesta terça-feira, 4, pelo Vaticano, que qualificou o gesto de "absurdo".

Para o presidente da Academia Pontifícia para a Vida, monsenhor Carrasco de Paula, "o suicídio assistido é um absurdo", informou a imprensa italiana.

"Nós não julgamos as pessoas, mas o gesto em si é preciso condenar.
Carrasco de Paula foi o único representante do Vaticano a comentar o suicídio assistido de Brittany Maynard, uma americana de 29 anos que decidiu morrer voluntariamente, o que foi possível graças a legislação do estado do Oregon.

"Esta mulher acreditou que iria morrer de maneira digna, mas isto é um erro. O suicídio jamais é bom, é algo ruim. A dignidade não tem relação com acabar com a própria vida".

A jovem, que anunciou no mês passado em um vídeo que tiraria a própria vida para não sofrer com um câncer terminal no cérebro, faleceu no último sábado, 1, em casa, cercada de familiares e amigos, após ingerir uma droga letal prescrita por um médico.

 

AFP

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