PUBLICIDADE
Notícias

Baterista do AC/DC é acusado de planejar assassinatos na Nova Zelândia

Phil Rudd foi acusado de tentativa de contratar um criminoso para cometer dois assassinatos.

07:45 | 06/11/2014
NULL
NULL

O baterista do lendário grupo de hard rock AC/DC, Phil Rudd, compareceu nesta quinta-feira em uma audiência na justiça da Nova Zelândia e foi acusado de tentativa de contratar um criminoso para cometer dois assassinatos.

 A notícia representa mais uma grande crise para a banda, após a aposentadoria do guitarrista Malcolm Young, com graves problemas de saúde.
A polícia revistou nesta quinta-feira a residência do baterista de 60 anos em Tauranga, localidade costeira da Ilha do Norte da Nova Zelândia.

 Rudd foi indiciado por tentativa de encomendar dois assassinatos, ameaças de morte e por posse de metanfetaminas e maconha, segundo a polícia.
O baterista foi acusado em um tribunal de Tauranga e libertado após o pagamento de fiança. Uma nova audiência foi marcada para o dia 27 novembro.
Phil Rudd tinha aparência cansada durante a audiência. O advogado do músico tentou evitar, em vão, que a imprensa fotografasse ou filmasse o cliente.
Ele acusou os jornalistas de tentativa de imortalizar "a pior imagem" de seu cliente.

 Segundo os documentos judiciais, o veterano baterista foi acusado de tentativa de contratar um assassino para matar dois homens no fim de setembro. Por ordem do juiz, as identidades das potenciais vítimas e do assassino de aluguel permanecem em sigilo.
Rudd se negou a fazer comentários ao deixar o tribunal.
Segundo o código penal neozelandês, a acusação pode resultar em uma pena de 10 anos de prisão.
Em dezembro de 2010, o baterista foi condenado pela justiça neozelandesa a pagar 250 dólares de multa pela posse de 27 gramas de maconha, encontradas em um barco de sua propriedade.

 Phil Rudd, que nasceu na Austrália, entrou para o AC/DC em 1975, deixou o grupo em 1983 e retornou em 1994.
O grupo foi criado na Austrália em 1973 pelos irmãos Young, Malcolm e Angus. O AC/DC vendeu mais de 200 milhões de álbuns na carreira, marcada por sucessos como "Let There Be Rock", "Whole Lotta Rosie", "Dirty Deeds Done Dirt Cheap", "Back in Black" e "Highway to Hell".

 Os fãs tomaram um grande susto em setembro, quando receberam a notícia da aposentadoria de Malcolm Young, de 61 anos, que sofre de demência e está internado em uma clínica especializada em Sydney.
A aposentadoria de Malcolm Young provocou boatos sobre o fim definitivo do grupo. Mas Phil Rudd afirmou que o AC/DC não acabaria.
"Isto nunca acontecerá. Angus jamais se aposentará e, enquanto Angus não se aposentar, eu tampouco".
O grupo anunciou o lançamento em 1 de dezembro de um novo álbum, "Rock or Bust", e uma nova turnê mundial em 2015.
Na turnê para divulgar o trabalho, Stevie Young, sobrinho de Angus e de Malcolm, substituirá o tio.

AFP
TAGS