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Pesquisa indica vitória republicana para Senado dos EUA

08:30 | 22/10/2014
A duas semanas das eleições para o Congresso dos Estados Unidos, pesquisa conduzida pela Associated Press e pelo instituto GfK mostra que a maior parte do eleitorado espera uma vitória dos representantes do partido Republicano nas urnas. Com isso, a maioria dos entrevistados espera que os representantes desse partido assumam o controle do Senado.

Das pessoas mais prováveis de votar nas eleições, 47% preferem um Congresso controlado pelos republicanos, enquanto 39% preferem o rival. No geral, 55% acreditam numa vitória republicana. O levantamento indica uma mudança na tendência registrada na pesquisa anterior, quando os dois partidos estavam praticamente com o mesmo porcentual dentre os eleitores prováveis.

O estudo mostra que, apesar da probabilidade dos republicanos levarem o Senado, 70% dos cidadãos que devem votar têm uma impressão negativa do partido e se declaram insatisfeitos com os seus parlamentares. Os democratas também não têm sido elogiados. As impressões sobre o partido se tornaram ainda piores no último mês e a pesquisa mostra que eles são considerados mais confiáveis para lidar com apenas duas das nove questões principais para o eleitorado.

Dentre as questões-chave, a maior é a economia. Nove em cada dez considera o tema "extremamente" ou "muito" importante e, nesse quesito, os republicanos levam vantagem no eleitorado, que os consideram mais confiáveis para lidar com o tema. Na sequência, o que mais preocupa os eleitores americanos são o sistema de saúde, o terrorismo, a ameaça do Estado Islâmico e o Ebola.

O partido Republicano já controla a Câmara dos Deputados e disputa o comando do Senado dos Estados Unidos nas urnas. Para conquistar mais cadeiras, ambos os partidos dependem de uma participação robusta do eleitorado e de gastos monstruosos de campanha para erguer seus candidatos nos últimos dias. Mas o estudo sugere que os esforços não têm apresentado grandes resultados. Até o momento, o número de eleitores dispostos a votar não cresceu muito e o interesse em notícias sobre a campanha permaneceu estável. Fonte: Associated Press.

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