Justiça foi acionada para decidir se guru morreu ou está meditando
Segundo a família, o guru estaria morto após sofrer uma parada cardíaca. Informação é negada por seus devotos, que acreditam que ele está em um nível profundo de meditação
Na Índia, a justiça foi acionada para decidir se um guru milionário estaria morto ou meditando. Segundo seus seguidores, Shri Ashutosh Maharaj está em um nível profundo de meditação, mas para a família, Maharaj estaria morto desde 29 janeiro de 2014.
Os devotos de Maharaj, acreditando que o guru estaria vivenciando o Samadhi (estágio mais profundo de meditação), congelaram o mestre até que ele desperte. O corpo de Maharaj está na cidade de Punjab (400 km de Nova Déli) e seus devotos se recusam a entrega-lo à família, para a cerimônia de cremação.
Segundo o filho do líder espiritual, Dilip Jha, de 40 anos, os devotos não entregam o corpo por interesse financeiro. Para ele, a intenção dos seguidores de seu pai é controlar as finanças de Maharaj. O guru possui bens avaliados em cerca de R$ 370 milhões.
Médicos já declaram a morte do guru, após uma parada cardíaca, que foi confirmada pela polícia. A alta corte de Punjab não aceitou a constatação e o governo local argumentou que o impasse se trata de um assunto espiritual.
Os devotos de Maharaj, acreditando que o guru estaria vivenciando o Samadhi (estágio mais profundo de meditação), congelaram o mestre até que ele desperte. O corpo de Maharaj está na cidade de Punjab (400 km de Nova Déli) e seus devotos se recusam a entrega-lo à família, para a cerimônia de cremação.
Segundo o filho do líder espiritual, Dilip Jha, de 40 anos, os devotos não entregam o corpo por interesse financeiro. Para ele, a intenção dos seguidores de seu pai é controlar as finanças de Maharaj. O guru possui bens avaliados em cerca de R$ 370 milhões.
Médicos já declaram a morte do guru, após uma parada cardíaca, que foi confirmada pela polícia. A alta corte de Punjab não aceitou a constatação e o governo local argumentou que o impasse se trata de um assunto espiritual.
Redação O POVO Online
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