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20 anos sem Ayrton Senna

O ídolo, falecido em 1994, deixa como legado ao Brasil suas vitórias e o Instituto que leva seu nome

07:30 | 01/05/2014

Em 21 de março de 1994, o ídolo do automobilismo brasileiro, Ayrton Senna, faleceu enquanto corria pela Williams, após não coneguir realizar uma curva, devido a problemas técnicos, e chocar-se contra um muro de concreto a 300 quilômetros por hora durante o Grande Prêmio de San Marino na Itália. Mesmo vinte anos após sua morte, o piloto não foi esquecido pelo povo brasileiro, não só por suas vitórias nas pistas, mas também por sua paixão pelo País.

Natural de São Paulo, nascido em 21 de março de 1960, Ayrton Senna foi homenageado pela família com o Instituto Ayrton Senna, presidido pela irmã do ídolo, Viviane Senna. Em entrevista para a AFP, Viviane afirma que que o instituto nasceu do desejo de Ayrton que o País se tornasse mais próspero e conta que antes de morrer, o irmão lhe dizia que queria fazer algo para ajudar as crianças do Brasil que não haviam tido as mesmas oportunidades que ele. Segundo ela, o instituto trabalha em conjunto com o setor público com o objetivo de melhorar a educação no Brasil, mais especificamente na  capacitação de  professores: ''Agora mesmo, estamos trabalhando com mais de dois milhões de crianças e capacitamos 75.000 professores por ano em 1.000 municípios de todo o país.'' .

Ayrton Senna teve o início de sua carreira pela Toleman em 1984, até o dia de sua morte em 1994 ele competiu em 161 Grandes Prêmios e venceu 65 Pole Positions. O brasileiro teve sua vida pessoal muito especulada, um de seus desafetos, o também piloto é acusado de divulgar o boato de que Ayrton Senna era homossexual, o ídolo se relacionou com famosas como Xuxa e Adriane Galisteu. Na perícia realizada no veículo de Ayrton pelas autoridades italianas, foi descoberto que a coluna de direção do carro sofrera um reparo malfeito e arrebentou enquanto o piloto dirigia a 300 quilômetros por hora.

 

Redação O POVO Online

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