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Em visita a Kiev, Biden oferece ajuda à Ucrânia

07:40 | 22/04/2014
O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta terça-feira a membros do parlamento da Ucrânia, que os Estados Unidos estão junto com o povo ucraniano contra "ameaças humilhantes". Biden encorajou e fez alertas para que o governo lute contra a corrupção.

Desde ontem em território ucraniano, o vice-presidente norte-americano disse aos líderes de vários partidos políticos de que sua missão é trazer uma mensagem de apoio do presidente Barack Obama para que o país do leste europeu encare uma oportunidade histórica de reformas.

"A oportunidade de gerar uma Ucrânia unida, fazendo direito, está dentro do alcance de vocês", disse. "Nós queremos ser parceiros, seus amigos neste projeto. Nós estamos prontos para ajudar", completou.

Entre os presentes no momento da declaração estavam três candidatos presidenciais - a eleição, a primeira após a destituição do presidente Viktor Yanukovich, será realizada em 25 de maio. Em uma palavra de incentivo, Biden disse que espera que os candidatos tenha mais sorte do que ele, que concorreu duas vezes a presidente dos EUA.

O vice dos EUA salientou que a eleição no próximo mês deve ser a mais importante na história do país, e afirmou que Washington está pronta para ajudar a realizá-la. Afirmando que a Ucrânia enfrentou ameaças humilhantes, Biden disse que os EUA podem ajudar os líderes ucranianos a criar uma unidade nacional.

Em um encontro privado, ele também se reuniu com o presidente, Oleksandr Turchynov, e o primeiro-ministro, Arseny Yatsenyuk. Mais tarde, deve se encontrar com ativistas de diferentes setor. Após essa maratona de encontros, a comitiva norte-americana anunciará um novo pacote de ajuda, principalmente nos setores de energia e economia.

Durante o encontro com os parlamentares, Biden destacou que uma das prioridades dos EUA é ajudar a Ucrânia a ser independente do fornecimento de energia da Rússia. "Imagine se hoje vocês tivessem a capacidade de dizer à Rússia: 'guarde seu gás'", disse. "Seria uma mundo muito diferente para todos", afirmou. Com informações da Associated Press.

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