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Sindicato denuncia problemas de infraestrutura em postos de atendimento odontológico de Fortaleza

Sindicato dos Odontologistas do Estado do Ceará (Sindiodonto) denuncia problemas de infraestrutura em postos da Capital
07:36 | Mai. 28, 2021
Autor Marília Freitas
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Marília Freitas Estagiária do O POVO Online
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Tipo Notícia

Atualizada às 17h50min

O Sindicato dos Odontologistas do Estado do Ceará (Sindiodonto) iniciou, nesta semana, uma série de visitas aos consultórios odontológicos instalados nas Unidades de Atenção Primaria (UAPs) de Fortaleza. O Sindicato denuncia irregularidades na infraestrutura dos equipamentos, como deterioração em cadeiras odontológicas, falta de Equipamento de Proteção Individual (EPIs) e armários enferrujados. Pesquisa segue até amanhã, 28, inicialmente em unidades da Regional V.

Dentre os 17 postos de atendimento analisados até então, os coordenadores destacam as condições de duas unidades: o posto Viviane Benevides, na Vila Manuel Sátiro; e o posto Dr. Jurandir Picanço, no bairro Granja Portugal;

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"Os representantes detectaram paredes infiltradas, baldes para contenção da água da chuva, marca na parede do nível que a água atinge em dias chuvosos e consultórios afetados pela umidade e mofo", informaram em comunicado. "A falta de circulação de ar na sala de espera dos pacientes da Unidade Dr. Jurandir Picanço é outro agravante, levando-se em consideração o momento pandêmico e as regras da Organização Mundial da Saúde (OMS)".

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Segundo a diretora do Sindiodonto, Raquel Praxedes, a pesquisa é realizada anualmente e servirá como base para um dossiê sobre as condições da infraestrutura de atendimento, que será enviado para a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e ao Ministério Público do Ceará (MPCE). "Começamos pelos postos da Regional V porque são postos onde o município investe menos", justifica Raquel.

Devido ao coronavírus, o atendimento de dentistas nas UAPs está limitado apenas aos formatos de urgência e emergência. "Nós dentistas já estamos vacinados. Mas o paciente que tira a máscara e abre a boca no consultório fica mais vulnerável", expõe. 

O POVO entrou em contato com a SMS. Em nota, a pasta informou "que realiza vistorias regulares nas salas de odontologia das Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS), e que, com o início da gestão, tem realizado um planejamento para delinear futuras intervenções em algumas unidades". 

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