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Fortaleza
NOTÍCIA

Prefeitura de Fortaleza nega informação de que vai fechar barracas de comerciantes na Beira Mar

A Secretaria da Regional II destacou a renovação do contrato de mais de 600 ambulantes na área e classificou acusações como falsas

Gabriela Almeida
21:48 | 04/11/2020
Segundo a Secretaria Regional, 700 ambulantes tem termo de permissão para comercializar no local (Foto: Aurélio Alves)
Segundo a Secretaria Regional, 700 ambulantes tem termo de permissão para comercializar no local (Foto: Aurélio Alves)

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Regional II, negou estar tentando fechar barracas de comerciantes que atuam vendendo água de coco na Beira Mar. O órgão municipal afirmou, em nota, que a informação é "totalmente falsa", alegando ainda interesses políticos por trás da "criação dos boatos".

A Secretaria da Regional II destacou a renovação do contrato de mais de 600 ambulantes na área e classificou acusações como falsas. Órgão ainda aproveitou para frisar que os comerciantes com licença prestes a vencer devem procurar a instituição.

"Por fim, a Secretaria repudia a criação de boatos com interesses meramente político-eleitorais com o intuito de alarmar e assustar pais e mães de famílias que atuam no comércio na área para sustentá-las", destacou a Secretaria.

Confira nota na íntegra:

A Secretaria Regional II esclarece que é totalmente falsa a informação que os ambulantes devidamente licenciados para comercializar na Av. Beira Mar terão suas permissões canceladas.

A Secretaria informa, ainda, que atualmente mais de 700 ambulantes tem termo de permissão para comercializar no local, no trecho compreendido entre a Praia de Iracema e o Mucuripe.

Neste ano, já foram renovadas mais de 600 dessas autorizações.

A Secretaria reforça ainda que os ambulantes que estiverem com licenças para vencer nas próximas semanas ou meses, já podem procurar a Secretaria Regional II para renovar a autorização anual.

Por fim, a Secretaria repudia a criação de boatos com interesses meramente político-eleitorais com o intuito de alarmar e assustar pais e mães de famílias que atuam no comércio na área para sustentá-las.