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Área técnica da Enel funcionará normalmente durante o feriado de Ano Novo

A empresa contará com efetivo de 415 e cerca de 1.100 colaboradores, entre eles, operadores de sistemas e subestações, eletricistas, técnicos e engenheiros
09:44 | Dez. 30, 2019
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A Enel terá esquema especial de funcionamento para o feriado do Ano Novo. A área técnica da empresa, responsável pela distribuição de energia no Ceará, funcionará normalmente com efetivo de 415 viaturas e cerca de 1.100 colaboradores, entre eles, operadores de sistemas e subestações, eletricistas, técnicos e engenheiros.

O esquema ainda envolve a área de atendimento ao cliente, que funcionará por meio do telefone 0800.285.0196, 24 horas por dia, oferecendo todos os serviços da companhia. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer ponto do Estado.

As lojas de atendimento estarão funcionando em regime especial. Nesta terça-feira, 31, haverá expediente até o meio-dia. As lojas que funcionam apenas no horário da tarde não abrirão. Já na quarta-feira, 1º, não haverá expediente. O serviço volta a funcionar normalmente na quinta-feira, 2.

Como contatar

Para comunicar ocorrências, solicitar serviços ou informações, a população pode entrar em contato pelo aplicativo Enel Ceará, que pode ser baixado gratuitamente para iOS e Android; pelo site da companhia; pelas redes sociais – Facebook e Twitter ou ainda pela Central de Atendimento (0800 285 0196).

Veja o que funciona no feriado de fim de ano

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Ministro diz que governo tem adotado medidas para garantir energia

Política
2021-07-28 17:13:33
Autor Agência Brasil
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O ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque voltou a afirmar hoje (28) que o país não corre risco de racionamento de energia ou de um apagão elétrico devido à grave crise hídrica. Segundo o ministro, desde o ano passado, quando se verificou uma redução no volume de chuvas, o governo tem monitorado a situação e adotado as medidas necessárias para garantir o suprimento de energia.

“Não vai faltar energia. Estamos adotando medidas desde o ano passado, quando observamos que as afluências nas principais bacias hidrográficas estavam muito baixas e depois quando terminou o período úmido em abril, verificamos que foi a pior crise com escassez hídrica da história do país, dos últimos 90, 100 anos. Mas isso não é motivo de preocupação para a sociedade”, disse hoje o ministro.

Bento Albuquerque disse que a pasta tem atuado em conjunto com outros atores, como governos estaduais, operadores do setor de energia e também o parlamento, para buscar saídas para a crise no setor. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o país passa pela “pior crise hidrológica desde 1930”. No final de junho, o governo editou uma Medida Provisória (MP) 1.055/21 para criar a Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética, a Creg.

Entre as atribuições do grupo presidido por por Albuquerque, está determinar alterações na vazão dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país, envolvendo definições para limites de uso, armazenamento e vazão. Além do Ministério de Minas e Energia, participam da câmara os ministérios da Economia; da Infraestrutura; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; do Meio Ambiente; e do Desenvolvimento Regional.

Albuquerque disse ainda que entre as ações que estão sendo adotadas, está o uso de todas as fontes de energias disponíveis, como as termelétricas, que tem um custo de acionamento mais caro. Nesta quarta-feira, o ministro participou da reinauguração de uma dessas usinas, a Usina Termoelétrica (UTE) William Arjona, em Campo Grande (MS).

“Vamos despachar todos os recursos que temos dentro do nosso sistema instalado no país. Vamos esperar até o final do ano quando entra o período úmido e vamos utilizar nossa matriz que é muito diversificada”, disse.

Mais cedo, o ministro foi à cidade de Corumbá (MS), onde visitou ribeirinhos do Pantanal beneficiários do Programa Ilumina Pantanal, no âmbito do Programa Luz para Todos.

Na região, está sendo implementado um programa de geração de energia fotovoltaica, com armazenamento em baterias, o que possibilita a disponibilização da energia elétrica de forma ininterrupta.

“Eu pude ver, não só a eficácia desse programa em uma região como é o Pantanal matogrossense, mas também a inclusão social que o programa oferece para as pessoas atendidas pelo programa, levando dignidade, cidadania, mas também perspectivas novas em suas vidas”, afirmou o ministro.

Serão atendidas 2.090 famílias, com custo total de R$ 127 milhões, sendo R$ 73 milhões da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e R$ 51 milhões da Energisa, companhia local de energia.

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ONS prevê cenário energético "sensível" até novembro

Geral
2021-07-23 17:40:02
Autor Agência Brasil
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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as previsões para o atendimento de energia ao Brasil até novembro e verificou que o cenário energético do país permanecerá “sensível”, com acionamento de usinas termelétricas, que encarecem a conta de luz.

A ONS também prevê a possibilidade de importação de energia, em um cenário de “esgotamento de praticamente todos os recursos” quando o assunto é requisitos de potência, como nível de reservatórios e vazão. Contudo, mesmo no cenário mais desfavorável, a ONS garante o abastecimento de energia.

Foram traçados dois cenários. No primeiro deles, há acionamento do parque termelétrico, mas de forma conservadora. Já no segundo cenário, mais crítico do ponto de vista energético, as térmicas seriam mais acionadas e seria considerada a importação de energia de países vizinhos para preservação da potência.

O estudo considerou um aumento crescente das atividades de comércio e serviços daqui para frente, o que traz consigo uma maior demanda de energia. Nesse contexto, a tendência é haver uma redução nos níveis de armazenamento no final do período de seca. Mesmo assim, a ONS entende não haver risco de desabastecimento no Brasil

“Embora o estudo indique que até o fim de 2021 a situação permanecerá sensível, o Operador está acompanhando os desdobramentos das ações já em curso e atuando dentro de suas atribuições para aumentar a oferta das fontes de energia e garantir que não haja a suspensão do suprimento elétrico”, afirmou, em nota.

“Vale ainda destacar que o setor elétrico brasileiro é robusto e seguro, mas que diante da pior escassez hídrica enfrentada atualmente, foi necessário adotar medidas excepcionais para economizar água em todos os reservatórios, e com isso gerenciar de forma estratégica esse recurso”, completou.

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Petrobras: vendas de óleo combustível e energia elétrica sobem com crise hídrica

ECONOMIA
2021-07-22 19:54:18
Autor Agência Estado
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A venda de óleo combustível pela Petrobras subiu 52,8% no segundo trimestre deste ano comparado a igual período de 2020. Na mesma linha, aumentou a geração de eletricidade pela empresa. Nos dois casos, o que ajudou a estatal foi a crise hídrica. Diante da pior estiagem dos últimos 111 anos e do esvaziamento dos reservatórios das hidrelétricas, o mercado está recorrendo às térmicas para produzir energia. O óleo combustível é um dos insumos usados nessas usinas.

A Petrobras vendeu 55 mil barris por dia (bpd) de óleo combustível no segundo trimestre e produziu 255 mil bpd. Parte da produção do derivado de petróleo ainda está sendo exportada para consumidores de óleo bunker, utilizado em navios. O produto brasileiro tem boa aceitação no mercado internacional pelo seu baixo teor de enxofre, comparado aos de outros fornecedores.

Já a geração de energia ficou em 3.297 megawatt (MW) médio nas usinas térmicas da Petrobras, um crescimento de 15,1% em relação ao trimestre anterior e de 207% comparado ao segundo trimestre do ano passado. O volume de venda no mercado regulado, de 1,24 mil MW, cresceu 11% e 86%, na mesma base de comparação. O valor do MWh, no entanto, subiu mais do que isso, 205%, de R$ 75 no segundo trimestre de 2020 para R$ 229 no período de abril a junho deste ano.

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Acidente em obra de linha de transmissão no Pará deixa sete mortos

Geral
2021-07-19 15:04:00
Autor Agência Brasil
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Um acidente nas obras para a implantação da linha de transmissão do Projeto Novo Estado, na rodovia Transamazônica, no município de Pacajá, no Pará, deixou sete trabalhadores mortos, de acordo com nota divulgada pela Engie Brasil Energia, produtora privada de energia elétrica responsável pelo projeto. Outros 12 trabalhadores ficaram feridos, dos quais oito foram liberados e quatro estão hospitalizados.

O acidente ocorreu na sexta-feira (16). Os trabalhadores, contratados pela Sigdo Koppers Ingeniería y Construcción (SKIC), empresa especializada na execução de projetos de construção e montagem industrial de grande porte, contratada pela Engie para implantação da linha de transmissão.

A empresa informou que paralisou todas as atividades do projeto e que medidas de apoio aos acidentados e às famílias das vítimas foram providenciadas pela SKIC e acompanhadas pela companhia. “Uma comissão multidisciplinar está analisando as causas com o objetivo de elaborar um plano de ação e atualizar os procedimentos. A retomada das atividades ocorrerá de forma segura a gradativa”, diz a nota.

A SKIC informou ainda que a prioridade agora é “auxiliar as famílias que perderam seus entes queridos, acompanhar de perto o estado de saúde dos feridos e ajudar as famílias das vítimas no que for necessário”. A empresa diz ainda que está contratando a perícia técnica para investigar as causas reais do acidente e que dará todo apoio às autoridades na apuração do caso.

O Ministério de Minas e Energia publicou, no mesmo dia, nota de pesar lamentando o ocorrido. “Mesmo sabendo não haver palavras que possam amenizar a dor neste momento difícil, expressamos os nossos votos de superação às famílias, amigos e parceiros de trabalho”.

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ABEEÓLICA: Resultado dos leilões de energia foi coerente com cenário econômico

ECONOMIA
2021-07-08 18:38:42
Autor Agência Estado
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A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum, avaliou que o resultado do leilão de energia elétrica realizado nesta quinta-feira, 8, foi coerente com o cenário econômico atual, e que mesmo com todas as dificuldades, a fonte eólica conseguiu emplacar novos projetos.

Nos leilões para entrega de energia em 2024 (A-3) e 2025 (A-4) foram vendidos um total de 419,5 megawatts (MW) de nova capacidade eólica (33 projetos), sendo 251,7 MW (23 projetos) no A-3 e 167,8 MW (10 projetos) no A-4. A energia eólica foi responsável por 58% do total de megawatts-médio (MWmed) vendidos no A-3 e 43,6% no A-4, o que pode abastecer, em média, 933 mil residências por mês, informou a entidade.

"Embora tenha sido um valor pequeno se compararmos com leilões anteriores, precisamos considerar o cenário econômico em que estamos e avaliar que tivemos um resultado coerente e conseguimos viabilizar um bom número de projetos para o momento", disse Gannoum em nota.

Os projetos vendidos representam cerca de R$ 1,77 bilhão de investimento em contratos de 20 anos. As usinas eólicas contratadas estão localizadas nos Estados da Bahia e Rio Grande do Norte, informou a Abeeólica.

A entidade ressaltou ainda, que nos próximos leilões devem ser negociadas mais capacidades da fonte, já que apenas 31,1% da oferta foi adquirida no leilão A-3 e 34,8% no leilão A-4.

A previsão é a de que um novo leilão para compra de energia de novos projetos seja realizado em 30 de setembro, com prazo de cinco anos para entrega de energia (A-5). Para o certame estão inscritos 1.694 projetos, totalizando 93.859 megawatts. Desse total, 690 projetos são de energia eólica, ou 22.811 MW de potência instalada.

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