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NOTÍCIA

Conheça a história de Rambo, cachorrinho que não deixava assinante ler seu jornal O POVO

Animal costumava rasgar todos os jornais que o dono recebia. Para ajudar o leitor, O POVO foi conhecer pessoalmente o animalzinho

16:58 | 07/11/2019
Hoje, o aposentado recebe o jornal pelo mesmo local das cartas, onde Rambo não alcança
Hoje, o aposentado recebe o jornal pelo mesmo local das cartas, onde Rambo não alcança (Foto: Vitória Aderaldo/Especial para O POVO)

José Valter Sombra, aos 78 anos, ganhou uma nova companhia. Ao se deparar com uma ninhada de oito cachorrinhos, em fevereiro, um chamou sua atenção, e foi amor à primeira vista. Era Rambo, de apenas um mês de idade. O aposentado só não imaginava que o novo amigo ia causar um transtorno. Sendo assinante do O POVO há 21 anos, José recebe o jornal todos os dias em casa. Mas quem também recebia era Rambo que, muito ansioso por brincadeiras, tratava de rasgar completamente a entrega antes mesmo do dono ter a chance de ler.

Inicialmente, José entrou em contato com o jornal para tentar que a entrega fosse feita na casa vizinha, mas nem sempre o entregador lembrava. Após mais ou menos um mês, a situação ficou acertada. Hoje, o aposentado recebe o jornal pelo mesmo local das cartas, onde Rambo não alcança.

Sensibilizada com a história dessa dupla, a equipe do O POVO foi até a casa deles para conhecer José e Rambo. Em parceria com o pet shop Legal Patas, presentaram o cachorro com brinquedinhos, buscando canalizar a agitação do animalzinho, além de uma coleira personalizada, produtos de higiene e recipientes para ração e água.

 José descobriu que Rambo foi o único filhote sobrevivente da ninhada
José descobriu que Rambo foi o único filhote sobrevivente da ninhada (Foto: Vitória Aderaldo/Especial para O POVO)

“Ah, ele gostou dos presentes! Ainda está muito danadinho, é um meninão. Já rasgou umas duas coleiras, rasga sandália, planta, toalha, rede… dá muito valor a pegar um pano e rasgar”, conta José, rindo. Às vezes, o dono tenta se impor e prende Rambo por um tempo, mas o coração mole não resiste às queixas do animal, que logo é solto. “Ele se acha o dono da casa e quer mandar, mostrar que é o chefe, mas a veterinária diz que logo ele sai dessa fase da adolescência e vai melhorar”, explica o aposentado.

A convivência entre os dois é só amor e parece coisa do destino. José descobriu que Rambo foi o único filhote sobrevivente da ninhada. Agora, com o problema do jornal solucionado, O POVO também fica feliz com a satisfação do assinante e deseja o melhor para ele e seu cachorrinho.