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Fortaleza
NOTÍCIA

Trânsito em vias ao redor do Edifício Andréa é liberado; trabalho nos escombros continua

O Edifício Andréa desabou às 10h28min do dia 15 de outubro. Nove pessoas morreram e sete ficaram feridas na tragédia

11:42 | 23/10/2019
O Edifício Andrea desabou às 10h28 do dia 15 de outubro
O Edifício Andrea desabou às 10h28 do dia 15 de outubro (Foto: Gabriela Feitosa/Especial para O POVO)

As vias ao redor da área do desabamento do Edifício Andréa estão sendo liberadas e o trânsito passa a fluir normalmente nesta quarta-feira, 23. De acordo com a equipe de apoio da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), porém, será proibido o estacionamento no quarteirão ao redor do local da tragédia.

Os efeitos políticos da tragédia - ouça a análise:

Listen to "#58 - Quais os efeitos políticos da tragédia do edifício Andrea" on Spreaker.

O prédio, que ficava no cruzamento das ruas Tibúrcio Cavalcante e Tomás Acioli, no bairro Dionísio Torres, desabou às 10h28min do último dia 15 de outubro. Nove pessoas morreram e sete ficaram feridas na tragédia.

Quatro dias após o encerramento das buscas por vítimas, quase todos os escombros do prédio foram retirados. A Defesa Civil informou que a expectativa é de que a operação junto à Perícia Forense seja finalizada ainda esta semana. Após o término do trabalho, o local da tragédia deve ser completamente isolado com a construção de um muro.

Nesta manhã, os escombros que ainda restaram no local são poucos e referentes à base da estrutura do edifício. A remoção está sendo finalizada com o uso de uma retroescavadeira e com o trabalho de cerca de dez agentes da Defesa Civil.

Policiais operam no local realizando marcações com bandeiras vermelhas e documentando, com fotos e medidas, os escombros restantes, dando continuidade à investigação que apura as causas e a responsabilidade dessa tragédia. Segundo agentes da Defesa Civil que atuam no local, essas marcações servem para indicar elementos que podem ter contribuído para o desabamento - como algum escombro de uma viga de sustentação com a estrutura de ferro corroída ou enferrujada.

A retroescavadeira também está sendo utilizada para abrir buracos profundos no local para facilitar a análise forense que procura entender o que aconteceu no alicerce da coluna principal do prédio.

A Defesa Civil realiza ainda nesta quarta-feira uma nova inspeção para avaliar a estrutura de alguns estabelecimentos e casas próximos ao local da tragédia que haviam sido interditados preventivamente. 

Com informações da repórter Gabriela Feitosa

 

 

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