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Fortaleza
Noticia

Terceira morte no desabamento do edifício Andréa é confirmada

Foram registradas três mortes na tragédia ocorrida na manhã dessa terça-feira, 15, no bairro Dionísio Torres. Sete pessoas seguem desaparecidas

Wanderson Trindade
17:38 | 16/10/2019
Prédio de 7 andares desabou na terça-feira, 15 (Foto: Fabio Lima)
Prédio de 7 andares desabou na terça-feira, 15 (Foto: Fabio Lima)

Atualizada às 18h11min

Mais uma morte foi confirmada no desabamento do Edifício Andréa, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. O corpo da vítima foi encontrado na tarde desta quarta-feira, 16, depois de mais de 24 horas do desastre. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros. A contabilidade até o momento é de três pessoas mortas.

A identificação da última vítima encontrada, que é uma mulher, ainda não foi confirmada. A contabilidade de óbitos até o momento é de três pessoas. Comandante do Corpo de Bombeiros, Eduardo Holanda afirmou em coletiva de imprensa que equipes trabalharão até todos os desaparecidos serem encontrados.

Em coletiva no fim da tarde desta quarta-feira, o Corpo de Bombeiros atualizou os números da tragédia. Segundo a instituição, além das três mortes, sete pessoas foram resgatadas com vida e outras sete ainda devem estar debaixo dos escombros.

De acordo com o comandante Eduardo Holanda, 125 bombeiros estão trabalhando nas buscas, espalhadas em cinco “pontos quentes”, que são locais em que cãos alertaram sobre possíveis vítimas. “Estamos agora no trabalho manual de retirada de escombros, abrindo vias de acesso para que a gente possa localizar as sete vítimas que ainda estão desaparecidas”, anunciou.

Questionado sobre as chances de ainda haver pessoas vivas entre as sete desaparecidas, ele disse que “tem toda a possibilidade” disso acontecer. A estrutura do prédio, segundo ele, teria formado “bolsões” em que podem estar abrigando pessoas lá. “Nas últimas horas não captamos nenhum tipo de som, mas isso também não é um motivo para que a gente não possa encontrar vítimas vivas, até porque as pessoas vão se debilitando e perdendo a capacidade de emitir som e de pedir socorro”, disse.

Com informações da repórter Jullie Vieira