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Manifestantes se reúnem contra o Golpe de 64 na Praia de Iracema; ato a favor não tem adesão

Na Praia de Iracema, diversos manifestantes entoaram gritos de "Silêncio nunca mais". Já no evento em defesa do período militar, na Praça Portugal, apenas dois apoiadores compareceram

19:Mar | 31/03/2019
Na Praia de Iracema, diversos manifestantes entoaram gritos de
Na Praia de Iracema, diversos manifestantes entoaram gritos de "Silêncio nunca mais". Já no evento em defesa do período militar, na praça Portugal, apenas dois apoiadores compareceram(Foto: Aurélio Alves/O POVO)

Completa 55 anos neste domingo, 31, o golpe de estado no Brasil que instaurou a ditadura militar em 1964. Nesta tarde, em Fortaleza, diversos manifestantes se reuniram no Centro Cultural Belchior, na Praia de Iracema. Levantando bandeiras contra o golpe de 1964, o protesto foi composto por professores de história e presos políticos do regime. Movimento a favor do período militar não teve adesão de apoiadores.

Entoando palavras de ordem, manifestantes gritavam “Silêncio nunca mais”, em referência à censura da época. O evento contrário ao período militar contou com depoimentos de Rosa da Fonseca, José Machado, Paulo Emílio e Nelson Campos, perseguidos pela ditadura.

Na manifestação teve ainda a participação de professores como Anna Karina Cavalcante, André Vinícius, Fabiano Sousa, Zilfran Varela e Nilo Sérgio, que contextualizaram desde a concepção do golpe até a volta da democracia no País.

Paralelamente ao evento da Praia de Iracema, O POVO Online esteve na Praça Portugal, na Aldeota, lugar onde estava marcado encontro em defesa do período militar. No local, porém, apenas dois apoiadores compareceram.

Com informações de Luana Barros e Samuel Pimentel

O Povo