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Fortaleza
TRANSPORTE COLETIVO

Após ataques, usuários de ônibus enfrentam paradas lotadas e demora na volta pra casa

A Etufor informou que faria uma redução na frota

17:51 | 03/01/2019
(Foto: Via WhatsApp)

Os usuários do transporte coletivo da Capital e da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) já sentem as consequências geradas pelos ataques a ônibus na hora de voltar para casa. A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) informou que faria uma redução na frota.
 
Em algumas paradas é possível ver pessoas aglomeradas e sem saber se terá ônibus para irem aos seus destinos. O POVO Online esteve em três terminais de Fortaleza e, em um giro, pode constatar que, além da desinformação, os usuários também estão assustados com a violência causada pelos ataques a ônibus, que começaram nessa quarta-feira, 2.
 
No terminal do Antônio Bezerra, os passageiros foram informados quais linhas não iriam circular. (Foto: Aurélio Alves/O POVO)
Grandes filas foram registradas no Terminal do Siqueira (Foto: Aurélio Alves/O POVO)
 
No Terminal do Antônio Bezerra, os usuários foram avisados por um cartaz improvisado que linhas que dão acesso a bairros sujeitos a ataques não sairiam até ordem do Sindiônibus. Já no Terminal do Siqueira, a reportagem identificou motoristas parados nos ônibus que estavam recolhidos dentro do próprio terminal. No Terminal da Parangaba e Papicu, a movimentação também estava intensa e as pessoas procuravam outras alternativas para se deslocarem.
 
Motoristas parados no Terminal do Antônio Bezerra (Foto: Aurélio Alves/O POVO)
Grandes filas foram registradas no Terminal do Siqueira (Foto: Aurélio Alves/O POVO)
 
 
A Etufor informou por meio de nota que faria um plano de contigência em todo o setor de transporte coletivo, visando a segurança de todos os passageiros.
 
Confira nota na íntegra:
 
A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (ETUFOR) informa que, assim como ocorreu em outras situações de ataques a ônibus na capital, colocou em prática um plano de contingência do setor de transporte coletivo. O plano que visa, principalmente, a segurança dos passageiros, prevê a redução de linhas sobrepostas e o desvio nos locais em que aconteceram os ataques.
 

Com informações da Réporter Larissa Carvalho 

JULLIE VIEIRA