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Passagem de som reúne cerca de 30 pessoas no Aterro da Praia de Iracema

O cantor Jorge Vercillo, quarta atração que subirá ao palco na noite desta segunda-feira, 31, deu uma prévia do show aos fãs
12:21 | Dez. 31, 2018
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[FOTO1]O Aterro da Praia de Iracema já começou a receber pessoas para a festa de Réveillon, que ocorre nesta segunda-feira, 31, a partir das 17 horas. Cerca de 30 pessoas estiveram no local durante a manhã, munidas de cadeiras, guarda-sóis, comidas e bebidas para assistir a passagem de som. O cantor Jorge Vercillo, quarta atração a se apresentar durante a festa, subiu ao palco e deu uma prévia do show aos fãs.

Membros do fã clube Luar de Jorge, dedicado ao cantor, estiveram presentes na praia. A artesã Vanessa de Paula, 42, fã do artista desde 2005, chegou por volta das 8h30min para ver o ídolo. Ela levou o marido e as duas filhas para assistir a passagem de som. “Não sei mais nem quantos shows dele eu fui”, conta. Segundo ela, o plano é voltar para casa e ir novamente para o Aterro apenas às 18 horas.
 
Redação O POVO Online
Com informações de Matheus Facundo 

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Monaco x Shakhtar Donetsk ao vivo hoje, 17: onde assistir Champions League

Liga dos Campeões
15:58 | Ago. 17, 2021
Autor Redação O POVO
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Shakhtar Donetsk e Monaco se enfrentam hoje, terça-feira, dia 17 de agosto (17/08), pelas Eliminatórias para a Uefa Champions League, fase de grupos, temporada 2021/22. O jogo está marcado para começar às 16 horas (horário de Brasília).

Monaco x Shakhtar Donetsk ao vivo: onde assistir

SBT, TNT Sports e HBO Max

Quando será Monaco x Shakhtar Donetsk

Hoje, 17 de agosto (17/08), às 16 horas (horário de Brasília)

Campeonatos europeus de futebol ao vivo: onde assistir

A temporada 2021/2022 do futebol na Europa já teve início em alguns países, com o começo do Campeonato Francês, que contará com a presença de Messi, Neymar e Mbappé no PSG, e das fase preliminares da Liga dos Campeões, por exemplo. Em agosto, outros torneios relevantes, como o Campeonato Inglês, o Italiano, o Espanhol e o Alemão têm início. 

Campeonatos europeus ao vivo: onde assistir na TV e online

Champions League:

TNT Sports, HBO Max e SBT

Campeonato Inglês:

Canais Disney e DAZN

Copa da Inglaterra:

DAZN

Copa da Liga Inglesa:

Canais Disney

Championship (segunda divisão inglesa):

Canais Disney

Campeonato Italiano:

Canais Disney

Copa da Itália:

DAZN

Campeonato Italiano Série B:

DAZN

Campeonato Espanhol:

Canais Disney

Copa do Rei:

Canais Disney

Campeonato Francês:

Canais Disney

Copa da França:

Canais Disney

Campeonato Alemão:

Onefootball

Copa da Alemanha:

Canais Disney

Liga Europa:

Canais Disney e SBT

Campeonato Português:

Canais Disney

Campeonato Holandês:

Canais Disney

Campeonato Turco:

DAZN

Campeonato Belga:

Canais Disney

Uefa Conference League:

Canais Disney

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Cabeto, o homem que não queria se secretário e chegou no pior momento, ou no melhor

POLÍTICA
15:53 | Ago. 17, 2021
Autor Érico Firmo
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Tipo Opinião

Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Cabeto, foi convidado para ser secretário da Saúde algumas vezes. Por Cid Gomes no governo, por Roberto Cláudio em Fortaleza. Por Camilo Santana (PT), a princípio não aceitou. Concordou então em ser consultor. Fez diagnóstico interno da Secretaria da Saúde. Para o segundo governo Camilo, ele aceitou. Ainda assim, tinha questões pessoais pendentes e só no terceiro mês do governo ele tomou posse. Curioso que, após tantas recusas, tenha calhado de virar secretário logo quando estoura uma pandemia. Quanto azar. Ou quanta sorte.

Em 1º de março deste ano, a repórter Marcela Tosi e eu entrevistamos Cabeto. No meio daquela semana, o Ceará viria a entrar no segundo lockdown. Perguntei a ele sobre o sentimento de finalmente ter aceitado ser secretário em um momento como esse. "Eu fico feliz de ter aceito. Dá um enorme prazer poder colaborar. Não é fácil porque você não é compreendido e os conflitos são grandes quando você quer mudar as coisas, romper fronteiras. Não teria sentido aceitar se não fosse para isso, então eu já sabia que enfrentaria muitas dificuldades."

Porém, comandar o enfrentamento da pandemia foi emocionalmente desgastante. "O momento da pandemia trouxe muita aflição. Como profissional da saúde, foi extremamente difícil quando percebi, em fevereiro do ano passado, que a coisa seria muito grave. Ter a perspectiva do número de óbitos, era apavorante. Ao mesmo tempo, me surpreendi positivamente com a capacidade das pessoas em ajudar; tem muito mais gente ajudando que atrapalhando. Hoje me sinto com esperança, acredito que mesmo com tanto sofrimento sairemos melhor, e feliz pelo tempo que estou na secretaria."

Ao final da entrevista, ele dizia uma frase que ganha releitura agora: "Vou ficar por todo o tempo em que puder contribuir."

Cabeto é um dos mais renomados cardiologistas do Ceará, e não deixou de atender após virar secretário. Tem como pacientes grandes empresários e políticos cearenses. Perdeu alguns que não concordaram com as políticas no combate à pandemia.

Falei acima de azar e sorte. Camilo deu uma baita sorte por ter Cabeto como secretário na pandemia. Pelo conhecimento, pela convicção, pela determinação para comprar brigas. Mas, também, pelo respaldo que ele tem na área de saúde e perante setores influentes. Se Cabeto sofreu muitas resistências, outros teriam sido devorados vivos.

 

O momento da saída

Cabeto sai em momento da pandemia sobre relativo controle. Os casos estão em baixa, a rede de saúde está em situação estável. Porém, há a variante Delta. Os casos não são muitos ainda. Mas, como mostra o Rio de Janeiro, o risco é enorme. Ao mesmo tempo, o Estado toma medidas polêmicas. Pediu na Justiça para serem exigidos testes de Covid-19 ou comprovação de vacinação para quem chega ao Estado — o que foi atendido e derrubado em seguida. Na segunda-feira, sem Cabeto ao lado, como se tornou comum nas principais decisões, anunciou o projeto para punir servidores que recusarem vacinação.

A situação da pandemia está hoje assim: controlada, mas tensa. E com riscos.

Cabeto e a política

Cabeto tem atuação política. É filiado ao PSDB e foi dirigente do partido no Ceará. Tem em Tasso Jereissati (PSDB) um dos mais célebres pacientes e interlocutores. Além disso, Cabeto tem visão de saúde para além do atendimento. Enxerga o setor, a partir da pesquisa e da educação, como vetores potenciais do desenvolvimento econômico.

Tem também a política no DNA. É neto de José Martins Rodrigues, um dos mais importantes políticos cearenses no século XX, ex-deputado federal cuja atuação começou na República Velha, passou pelo exercício de cargos de direção na ditadura do Estado Novo e teve papel destacado como líder do antigo PSD. Foi um dos organizadores do MDB, até ter a carreira encerrada ao ter o mandato cassado pelo AI-5, ao qual se opôs.

Cabeto tem o nome em homenagem ao tio, Carlos Roberto Martins Rodrigues, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE), um dos maiores juristas do Ceará. Um ávido leitor do O POVO. E uma pessoa extremamente generosa, que fazia questão de telefonar vez por outra para mim e outros jornalistas, quando um texto lhe agradava.

Veja a entrevista com Cabeto em 1º de março:

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Powell: ainda não está claro se variante Delta terá grande impacto sobre economia

ECONOMIA
15:47 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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Presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou que o impacto da variante Delta sobre a economia dos Estados Unidos ainda "não está claro", mas disse que a pandemia de covid-19 ainda "está conosco" e deve seguir desta forma por "algum tempo". Durante sessão de perguntas e respostas com professores e estudantes nesta terça-feira, o dirigente disse que a crise sanitária ainda lança uma "sombra sobre a produtividade" e os EUA não podem "declarar vitória" neste assunto.
Segundo Powell, o país não vai "simplesmente retornar" à economia do período anterior à pandemia de coronavírus.
Powell notou ainda que os empregos e a atividade do setor de serviços no país tem se recuperado mais lentamente. "Esta é uma parte da economia que está longe de se recuperar plenamente", disse.
O setor financeiro, porém, não é uma fonte de riscos no momento, afirmou o banqueiro central. "O sistema financeiro está forte agora e atravessou a pandemia como uma fonte de força", avaliou Powell, ao comparar a atual crise com a Grande Recessão de 2008/2009.
O dirigente ainda afirmou que o uso de dinheiro digital tem se tornado "cada vez mais importante" na sociedade americana, e a possível adoção de uma moeda digital pelo Fed é uma "questão desafiadora e muito interessante".

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Distribuição dos lucros do FGTS renderá R$ 1,86 a cada R$ 100 em conta; veja como calcular

15:46 | Ago. 17, 2021
Autor Adriano Queiroz
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Trabalhadores que tinham saldo positivo na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no dia 31 de dezembro do no passado terão direito à parte da distribuição dos lucros de aproximadamente R$ 8,12 bilhões obtidos pelo fundo em 2020. Os depósitos acontecerão no dia 31 de agosto em cerca de 191,2 milhões de contas.

Se você tinha saldo positivo na sua conta do FGTS naquela data, receberá um acréscimo de pouco mais de 1,86% sobre o valor total que dispunha, mesmo que tenha efetuado algum saque em 2021. Para ser mais preciso, você deve calcular a quantia que estava depositada na sua conta em 31 de dezembro de 2020 por 0,01863517.

Citando alguns exemplos, quem tinha R$ 100 vai receber R$ 1,86. Por sua vez, quem tinha R$ 1.000 receberá R$ 18,63. Já quem tinha R$ 10.000 em conta terá depositado o valor de R$ 186,35 e, assim sucessivamente.

Apesar dos depósitos, as regras do saque continuam as mesmas e só poderá retirar o dinheiro quem se encontrar em uma dessas 18 situações:

1.Demissão sem justa causa
2.Rescisão por acordo entre empregador e empregado;
3.Para compra da casa própria;
4.Para complementar pagamento de imóvel comprado por meio de consórcio;
5.Para complementar pagamento de imóvel financiado (pelo SFH – Sistema Financeiro de Habitação);
6.Rescisão por término de contrato por prazo determinado;
7.Por fechamento da empresa: vale em caso de extinção parcial ou total da empresa ou estabelecimento;
8.Rescisão por culpa recíproca (empregador e empregado) ou por força maior (se a empresa é atingida por um incêndio ou enchente, por exemplo);
9.Rescisão por aposentadoria;
10.Em caso de desastres naturais, como enchentes e vendavais;
11.Se um trabalhador avulso, empregado através de uma entidade de classe, fica suspenso por período igual ou superior a 90 dias;
12.Para trabalhadores quem tem 70 anos ou mais;
13.Trabalhadores ou dependentes portadores de HIV;
14.Trabalhadores ou dependentes diagnosticados com câncer;
15.Trabalhadores ou dependentes que estejam em estágio terminal por causa de uma doença grave;
16.Empregados que ficam três anos seguidos ou mais sem trabalhar com carteira assinada;
17.Em caso de morte do trabalhador, os dependentes e herdeiros judicialmente reconhecidos podem efetuar o saque.
18.Saque aniversário

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Ministro critica "insinuações generalizadas" contra militares

Geral
15:44 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro da Defesa, Braga Netto, disse hoje (17) que as Forças Armadas “têm sido agredidas com insinuações generalizadas” e que isso tem acarretado em “desnecessário desgaste institucional”. A afirmação foi feita durante audiência pública na Câmara dos Deputados, onde Braga Netto prestou esclarecimentos sobre nota oficial assinada por ele e pelos comandantes militares.

Publicada no dia 7 de julho, a nota foi um repúdio a declarações do senador Omar Aziz (PSD-AM) sobre a conduta de alguns militares supostamente envolvidos em casos suspeitos de corrupção no governo federal.

De acordo com Braga Netto, o texto foi uma “resposta a um pronunciamento pontual considerado desrespeitoso e injusto”. “Essa resposta foi emitida de forma direta, clara, necessária e legítima, em referência às palavras ofensivas à história das FAs [Forças Armadas], à memória dos heróis do passado e à honra dos militares de hoje atingidos pela generalização. Esse foi o motivo”, disse o ministro durante audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.

Ainda segundo Braga Netto, a emissão de resposta não foi uma “decisão precipitada”, como insinuado por parlamentares. “Ao contrário: houve consulta às Forças. Levou-se em conta o cenário atual, as consequências danosas advindas da injustiça cometida, e o prejulgamento, onde a parte se confunde com o todo; onde as suposições são transformadas em verdade; e onde instituições seculares são citadas de maneira injusta, sendo imaculadas em sua reputação junto à sociedade brasileira”, acrescentou.

Braga Netto criticou o que considera prejulgamentos” com relação à “participação de militares em supostas falcatruas, de forma generalizada e apenas com base em suspeitas e ilações, sem a necessária comprovação material e sem a observância do devido processo legal”.

Tal atitude, segundo ele, vai de encontro aos preceitos do Estado Democrático de Direito. “Possíveis desvios de condutas individuais ou coletivos são punidos pelos regulamentos militares, pelo código militar e, quando pertinente, pela legislação comum. Assegurar a ampla defesa e não considerar ninguém culpado até o trânsito em julgado faz parte dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”, completou.

Após a divulgação da nota, Omar Aziz se defendeu, afirmando que não fez uma generalização às Forças Armadas, tendo, na verdade, referido-se a uma minoria.

Urnas e poder moderador

Aproveitando a presença do ministro na comissão, os parlamentares pediram esclarecimentos de Braga Netto sobre algumas manifestações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, questionando a confiabilidade das urnas eletrônicas, e com relação ao papel das Forças Armadas, especialmente sobre ser ou não um “poder moderador” em caso de conflito entre os Três Poderes.

Autor de um dos requerimentos de convite ao ministro para falar na comissão, o deputado Elias Vaz (PSB-GO) disse que as declarações que colocam em xeque o sistema eleitoral brasileiro são uma ameaça à democracia.

Em resposta, Braga Netto disse que “hoje em dia, se a pessoa tem posição diferente, ela é criminalizada”. “Isso agora virou batalha de vida ou morte, mas é apenas questão de opinião”, completou o ministro.

Em resposta às perguntas sobre considerar as Forças Armadas uma “espécie de poder moderador”, para casos de conflito entre os Três Poderes, Braga Netto disse que “o país tem somente três poderes que têm de estar harmônicos e serem independentes”. 

O ministro destacou que as Forças trabalham com base no Artigo 142 da Constituição Federal. Segundo o artigo, as Forças Armadas “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

Politização de quartéis

Alguns parlamentares pediram também esclarecimentos sobre uma suposta “politização dos quartéis” e com relação à participação de militares em manifestações.

“Tenho muito respeito e admiração pelo general Villas Boas, apesar das controvérsias que se colocam. Ele fazia questão de lembrar que, quando a política entra pela porta de um quartel, a disciplina e a hierarquia saem pelas outras. E o senhor sabe mais do que eu que disciplina e hierarquia é a coluna vertebral das Forças Armadas. Há que se ter muito cuidado com relação a isso”, disse a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) ao criticar a passagem de veículos da Marinha pela Esplanada no dia 10 de agosto, mesmo dia marcado para a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Voto Impresso.

“O presidente da República não usa politicamente as FAs. Ponto. E não existe política partidária dentro dos quartéis. Alguns dos senhores confundem política com a defesa dos interesses da Força. Os comandantes conversam com parlamentares e ministros para isso”, respondeu Braga Netto. “Foi um ato formal de entrega de um convite ao presidente da República, ao ministro da Defesa e aos comandantes da FAs, para assistirem a um tradicional serviço militar em Formosa”.

Outro assunto abordado pelo ministro foi a discussão sobre se o Brasil viveu ou não uma ditadura durante o período militar. "Não, não considero que tenha havido uma ditadura. Houve um regime forte, com excesso dos dois lados, mas isso tem que ser analisado na época da história, de guerra fria e tudo mais. Não trazer uma coisa do passado para os dias de hoje. Se houvesse ditadura, talvez muitas pessoas não estariam aqui. Execuções, ditadura, como disse um dos deputados, são em outros países.”

matéria atualizada às 15h32 para acréscimo de informações 

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