Menino visita base da Ciopaer mais de um ano depois de ser socorrido pelo aeromédicoNotícias de Fortaleza 

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Menino visita base da Ciopaer mais de um ano depois de ser socorrido pelo aeromédico

Criança tinha três dias era prematura e possuía 20% de chance de viver. Nesta terça, o menino esteve com os profissionais que o atenderam

17:10 | 07/11/2018
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[FOTO1]André Luis Teixera Castro visitou a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) depois de mais de um ano do dia 7 de setembro de 2017, quando foi socorrido com três dias de vida. Naquela época, o menino era prematuro extremo e possuía 20% de chance de vida. Nesta terça-feira, 6, a Ciopaer registrou a ida do menino à base em Fortaleza, onde encontrou o helicóptero semelhante ao que realizou o transporte dele e esteve com os profissionais que o atenderam. O mesmo médico que atuou no resgate estava de plantão.

Segundo o Ciopaer, tenente coronel Marcus Costa, o menino, que hoje está com um ano e dois meses, precisou ser removido de hospital em Itapipoca, na Área Integrada de Segurança 17 (AIS 17), para a Capital. O bebê chegou a sofrer três paradas cardíacas na recepção da Ciopaer e foi reanimado pelo médico Paulo Arruda.

[FOTO2]O atendimento foi realizado pelos profissionais, tanto da Ciopaer, por meio do piloto major da PM, Paulo Capelo, quanto da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, por meio da equipe médica, somado ao suporte dado pelos equipamentos da aeronave, como a utilização da incubadora, são considerados fundamentais pela Ciopaer para que André chegasse a uma unidade de saúde, em Fortaleza.

“Eles já tinham nos emocionado, na véspera do dia dos pais, quando o pai da criança nos mandou uma mensagem nas nossas redes sociais agradecendo, porque no dia seguinte ele tinha o que comemorar, graças a Ciopaer. Foi algo que tocou a todos na época”, revelou Marcus Costa.

Na visita, também estava a mãe de André, Luzinete de Sousa, e a irmã, Stefany Teixeira. Já nas palavras do médico Paulo Arruda: “A torcida dos pais era como a nossa. Não há torcida como de pai e mãe, mas a nossa chegava bem perto”, finalizou.

 

Redação O POVO Online com infpormações da SSPDS

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