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Fortaleza
NOTÍCIA

Ação contra empresa de segurança tinha criminosos de Ceará e São Paulo e teria membros de facção

Segundo o delegado Elânio, parte da quadrilha é do Ceará e outra de São Paulo. Informações preliminares, diz, apontam para o pertencimento de integrantes da quadrilha a facções criminosas, o que ainda será investigado

16:18 | 23/10/2018
Nove criminosos foram presos na madrugada desta terça-feira, 23, na Praia de Iracema, em Fortaleza, quando estavam prestes a realizar roubo à base de valor da empresa de segurança Brinks em Fortaleza. A ação contou com 56 policiais federais, além de equipes do Comando de Operações Táticas e do Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal.
 
Em entrevista coletiva, o coordenador da operação e delegado da PF, Samuel Elânio, diz que a investigação durou meses. "Conseguimos identificar alguns (antes), outros foram identificados no momento da prisão, mas já vínhamos há alguns dias acompanhando eles na investigação'.
 
Delegado da PF fala sobre a operação:  
 
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Segundo o delegado, parte da quadrilha é do Ceará e outra de São Paulo. Elânio considera comum a composição destes grupos ser feita por criminosos de estados diferentes. "A gente chegando em parte do grupo vai verificar que eles tem atuação em vários estados, seja do Nordeste ou de qualquer outra região". Informações preliminares, diz o delegado, apontam para o pertencimento de integrantes da quadrilha a facções criminosas, o que ainda será investigado.
 
Não foram apreendidos armamentos na operação, já que um dos carros que transportava os aparatos - eram quatro, segundo o delegado - fugiu na hora da abordagem. Dois veículos conseguiram fugir. Um deles foi localizado pela PM momentos depois. Outro, localizado nesta manhã abandonado, no bairro Alvaro Weyne.
 
Conforme a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) um policial federal foi alvejado e dois suspeitos foram feridos e socorridos. Os presos estão no Instituto Doutor José Frota (IJF) e o policial já foi medicado e fará exame de corpo de delito.
 
Segundo o comandante do policiamento especializado da Polícia Militar, Aginaldo Oliveira, o batalhão coordenado por ele deu suporte a ação dos policiais federais. 

Redação O POVO Online
com informações da repórter Luana Severo 
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