Campanha de vacinação contra poliomielite e sarampo é prorrogada pela PrefeituraNotícias de Fortaleza
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Campanha de vacinação contra poliomielite e sarampo é prorrogada pela Prefeitura

Ação deve seguir até o próximo dia 14; vacinas estarão disponíveis em terminais e praças de forma exclusiva neste sábado, 8

22:19 | 03/09/2018
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A campanha de vacinação contra polimielite e sarampo foi prorrogada até o próximo dia 14 de setembro pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal de Saúde. Além de disponibilizar as doses gratuitamente nos 112 postos de saúde da Capital, as vacinas também estarão disponíveis exclusivamente nas Centrais de Distribuição de Medicamentos, localizados nos sete terminais de ônibus de Fortaleza, e em diversas praças das sete Regionais, no próximo sábado, 8.

O público-alvo da campanha são crianças, com idade entre um e cinco anos, e o objetivo é atingir uma cobertura de 95% dessa população. A secretária municipal de Saúde, Joana Maciel, afirma que, para isso, Fortaleza trabalha com uma quantidade de ações acima do número recomendado pelo Ministério da Saúde.

"Para aqueles que não têm condição de levar a criança até o posto de saúde durante a semana, são pais e mães que estão trabalhando. Nós vamos até mais perto, marcando presença nos bairros durante o próximo sábado", reforça Joana, lembrando, ainda, sobre a importância de levar a caderneta da criança para acessar o serviço. No entanto, casos de perda ou esquecimento não serão considerados e a criança poderá ser vacinada sem problemas.

A secretária Joana Maciel chama a atenção da população, principalmente, para o sarampo, que tem recentes casos confirmados nos estados de Amazonas e Roraima. "É uma doença extremamente grave e que pode matar ou deixar sequelas graves com a complicação para um quadro de encefalite, inflamação das células nervosas que pode levar à cegueira, surdez e outros agravos neurológicos", enfatiza.
 
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Sobre a poliomielite, Joana Maciel destaca que, apesar do vírus não ter sido mundialmente erradicado, ele não está mais presente nas Américas. No entanto, a manutenção da alta taxa de cobertura é essencial para que novos casos não surjam e que os pais não podem ficar acomodados.

"As pessoas deixam de vacinar porque não estão mais convivendo com a doença, mas, enquanto gestores de saúde, temos o dever de esclarecer à população que só há uma forma prevenção: a vacina. Nós colocamos à disposição as doses em todas as nossas unidades, com salas funcionando de forma adequada, durante todo o horário de funcionamento, com pessoal preparado", disse Maciel.
 
Redação O POVO Online 
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