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Cruzamento entre ruas na Aldeota torna-se palco frequente de acidentes

Uma caveira já foi desenhada no chão das vias para alertar condutores, mas acidentes continuam acontecendo; para moradores falta sinalização

15:52 | 01/06/2018
carros após colisão nas ruas Carlos Vasconcelos e João Carvalho (Foto: Gustavo Simão / Especial para OPOVO)
carros após colisão nas ruas Carlos Vasconcelos e João Carvalho (Foto: Gustavo Simão / Especial para OPOVO)
Atualizada às 16h09min
 
[FOTO1]
Colisão entre veículos tem se tornado comum no cruzamento entre as ruas Carlos Vasconcelos e João Carvalho, na Aldeota. Ontem, dois carros protagonizaram outro acidente. De acordo com moradores da área, a pouca sinalização confunde condutores de veículos. Um caveira já foi desenhada entre as ruas para alertar condutores sobre o perigo na área.

Às 20 horas da última quinta-feira, 31, dois carros se chocaram no cruzamento entre as ruas. A batida entre os veículos não deixou vítimas, mas pedaços de vidro marcam o local, palco de pouca sinalização e acidentes múltiplos. A perda foi total dos veículos envolvidos no acidente de ontem.  A sinalização de “pare” e as tartarugas que restam na rua João Carvalho são insuficientes para alertar motoristas e motociclistas sobre a preferência de quem vem na rua Carlos Vasconcelos. 

Augusto Vieira, engenheiro elétrico e professor aposentado, 69, mora próximo ao cruzamento há 43 anos. O morador afirma que, apesar da melhora, a avaliação é de sinalização “precária”. Há alguns meses, Augusto e outro morador desenharam uma caveira no chão para alertar motoristas sobre o perigo na área. Além disso, o engenheiro fotografava todos os acidentes que acontecem no local; mas a prática acabou por não acompanhar a frequência dos acidentes.
[FOTO2]
Para Augusto, a colocação de várias tartarugas em paralelo à rua João Carvalho é suficiente para alertar motoristas que passam despercebidos na via. O morador afirma que já foram feitas reclamações junto à Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), mas o problema não foi resolvido.

A cabeleireira Luciany Menezes, 32, quase teve o salão de beleza invadido por um carro. “O que salvou foi uma árvore”, afirma. “Teve um acontecido muito grave, que foi há poucos dias, no dia seguinte teve outra batida”. Enquanto trabalhava, a mulher ouviu uma batida muito forte e se virou para entender o que estava acontecendo. De acordo com ela, a motorista do carro colidiu com a árvore para evitar bater em outras pessoas, que passavam no local. 

“Eu estou aqui há pouco tempo, mas já me passaram que é muito perigoso”. A profissional trabalha há sete meses no local e já presenciou e ouviu cerca de cinco relatos sobre batidas entre as ruas. Para evitar prejuízos, funcionários do salão de beleza estacionam os veículos em outro local.  

Por meio de nota, a AMC afirmou que "realizou uma vistoria técnica no local e a sinalização está nítida, indicando devidamente qual é a preferencial e a secundária. O órgão irá reforçará a sinalização apenas com os tachões". 
  
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Cruzamento entre ruas na Aldeota torna-se palco frequente de acidentes

Uma caveira já foi desenhada no chão das vias para alertar condutores, mas acidentes continuam acontecendo; para moradores falta sinalização

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carros após colisão nas ruas Carlos Vasconcelos e João Carvalho (Foto: Gustavo Simão / Especial para OPOVO)
carros após colisão nas ruas Carlos Vasconcelos e João Carvalho (Foto: Gustavo Simão / Especial para OPOVO)
Atualizada às 16h09min
 
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Colisão entre veículos tem se tornado comum no cruzamento entre as ruas Carlos Vasconcelos e João Carvalho, na Aldeota. Ontem, dois carros protagonizaram outro acidente. De acordo com moradores da área, a pouca sinalização confunde condutores de veículos. Um caveira já foi desenhada entre as ruas para alertar condutores sobre o perigo na área.

Às 20 horas da última quinta-feira, 31, dois carros se chocaram no cruzamento entre as ruas. A batida entre os veículos não deixou vítimas, mas pedaços de vidro marcam o local, palco de pouca sinalização e acidentes múltiplos. A perda foi total dos veículos envolvidos no acidente de ontem.  A sinalização de “pare” e as tartarugas que restam na rua João Carvalho são insuficientes para alertar motoristas e motociclistas sobre a preferência de quem vem na rua Carlos Vasconcelos. 

Augusto Vieira, engenheiro elétrico e professor aposentado, 69, mora próximo ao cruzamento há 43 anos. O morador afirma que, apesar da melhora, a avaliação é de sinalização “precária”. Há alguns meses, Augusto e outro morador desenharam uma caveira no chão para alertar motoristas sobre o perigo na área. Além disso, o engenheiro fotografava todos os acidentes que acontecem no local; mas a prática acabou por não acompanhar a frequência dos acidentes.
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Para Augusto, a colocação de várias tartarugas em paralelo à rua João Carvalho é suficiente para alertar motoristas que passam despercebidos na via. O morador afirma que já foram feitas reclamações junto à Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), mas o problema não foi resolvido.

A cabeleireira Luciany Menezes, 32, quase teve o salão de beleza invadido por um carro. “O que salvou foi uma árvore”, afirma. “Teve um acontecido muito grave, que foi há poucos dias, no dia seguinte teve outra batida”. Enquanto trabalhava, a mulher ouviu uma batida muito forte e se virou para entender o que estava acontecendo. De acordo com ela, a motorista do carro colidiu com a árvore para evitar bater em outras pessoas, que passavam no local. 

“Eu estou aqui há pouco tempo, mas já me passaram que é muito perigoso”. A profissional trabalha há sete meses no local e já presenciou e ouviu cerca de cinco relatos sobre batidas entre as ruas. Para evitar prejuízos, funcionários do salão de beleza estacionam os veículos em outro local.  

Por meio de nota, a AMC afirmou que "realizou uma vistoria técnica no local e a sinalização está nítida, indicando devidamente qual é a preferencial e a secundária. O órgão irá reforçará a sinalização apenas com os tachões". 
  
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