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Caso Fonsequinha: ninguém foi preso pelo crime depois de oito dias

O humorista que trabalhava também como motorista de aplicativo de transporte foi morto junto com um passageiro, no último dia 2 de maio

17:58 | 10/05/2018
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O assassinatos de Francisco Fonseca Neto, de 52 anos, conhecido como Fonsequinha, e Robson Borges da Silva Filho, de 24 anos, no bairro Planalto Ayrton Senna, no último dia 2 de maio, ainda não foram elucidados. Ninguém foi preso, conforme a Polícia Civil do Ceará. De acordo com o órgão, mais detalhes sobre a investigação não podem ser repassados para não comprometer os trabalhos policiais.

[FOTO1] 

Fonsequinha era humorista, mas estava a serviço de um aplicativo de transporte de passageiros no momento em que os suspeitos, que estavam em uma motocicleta, se aproximaram do veículo e efetuaram disparos.  Robson era passageiro e já teria sofrido um atentado no dia anterior aos assassinatos. Ele possuía antecedentes criminais por homicídio, roubo e tráfico de drogas.

Depois de matar os dois, os criminosos fugiram. Conforme a Polícia Civil informou, por meio de nota, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realiza as investigações para elucidar o crime.

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Caso Fonsequinha: ninguém foi preso pelo crime depois de oito dias

O humorista que trabalhava também como motorista de aplicativo de transporte foi morto junto com um passageiro, no último dia 2 de maio

17:58 | 10/05/2018
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O assassinatos de Francisco Fonseca Neto, de 52 anos, conhecido como Fonsequinha, e Robson Borges da Silva Filho, de 24 anos, no bairro Planalto Ayrton Senna, no último dia 2 de maio, ainda não foram elucidados. Ninguém foi preso, conforme a Polícia Civil do Ceará. De acordo com o órgão, mais detalhes sobre a investigação não podem ser repassados para não comprometer os trabalhos policiais.

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Fonsequinha era humorista, mas estava a serviço de um aplicativo de transporte de passageiros no momento em que os suspeitos, que estavam em uma motocicleta, se aproximaram do veículo e efetuaram disparos.  Robson era passageiro e já teria sofrido um atentado no dia anterior aos assassinatos. Ele possuía antecedentes criminais por homicídio, roubo e tráfico de drogas.

Depois de matar os dois, os criminosos fugiram. Conforme a Polícia Civil informou, por meio de nota, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realiza as investigações para elucidar o crime.

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