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Março termina com chuvas 40% abaixo da média esperada para o período

Desde o fim do período de seca em 2016, esse foi o volume mais baixo registrado, com 120.7 mm acumulados durante o mês
11:04 | Abr. 02, 2018
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Historicamente o mês de março é conhecido por ser o mais chuvoso no Ceará, mesmo nos anos de seca. Este ano, as precipitações do período ficaram abaixo da média esperada, e o baixo volume de chuvas também influenciou no aporte dos 155 açudes observados pela Companhia de gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), que tem 26 reservatórios secos, 33 no volume morto, e apenas nove estão sangrando. 

[SAIBAMAIS]A média histórica de chuvas considerada para o mês de março é de 203, 4 milímetros. Porém, o mês de São José terminou com 120.7 milímetros acumulados, 40,7% abaixo da média.
 
Este foi o  balanço mais baixo desde o fim do último período de seca, que durou de 2012 a 2016. Em março de 2017, primeiro ano após a seca, o acúmulo de chuvas no período foi de 206.2 milímetros. 
 
Até o momento, fevereiro foi o mês com maior registro de precipitação do ano, com 184 milímetros observados. A expectativa era de 118.6 mm, e ficou 55% acima da média estimada. 
 
[FOTO1]
 
Para a primeira semana de abril, de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e  Recursos Hídricos (Funceme), o cenário está favorável para chuvas devido a influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e devido ao fenômeno Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que causa circulação de ventos na alta atmosfera e forma nuvens de chuva. 

Média de chuvas durante os meses de março nesta década:
Março de 2011 - 156,4 mm
Março de 2012 - 93,2 mm*
Março de 2013 - 78,4 mm*
Março de 2014 - 158,3 mm*
Março de 2015 - 178,4 mm*
Março de 2016 - 129,4 mm*
Março de 2017 - 206,2 mm
Março de 2018 - 120,7 mm

Média histórica - 203,4 mm
* Ano de seca
 
Redação O POVO Online 

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Ceará tem 17,66% da população vacinada contra a Covid-19

VACINÔMETRO
22:21 | Ago. 02, 2021
Autor Mirla Nobre
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O Ceará tem um total de 1.622.613 pessoas que completaram a imunização contra a Covid-19 (duas doses de AstraZeneca, CoronaVac, Pfizer ou dose única da Janssen). A quantidade equivale a 17,66%* da população, de um total de 9,1 milhões de pessoas que residem no Estado. Em relação à primeira dose (D1), 3,8 milhões de pessoas receberam a vacina, contabilizando 41,96% da população do Estado. Ceará aplicou mais de 5,4 milhões de doses da vacina contra a doença em seis meses da campanha de vacinação contra a doença.

As informações são da plataforma Vacinômetro, da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), consolidadas às 17 horas desse domingo, 1º. Já as estimativas da quantidade populacional são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

LEIA MAIS | Xepa de vacina contra Covid-19 existe em Fortaleza? Saiba como o processo funciona

+ Covid: Variante Delta é identificada em viajantes que chegaram a Fortaleza

No levantamento dos imunizantes que chegaram ao Ceará, por meio do Plano Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde, mais de seis milhões de vacinas foram entregues ao Estado e foram distribuídas aos 184 municípios. A população vem sendo contemplada com doses das vacinas CoronaVac/Instituto Butantan, AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech e Janssen/Johnson&Johnson — esta última utiliza apenas uma dose de aplicação para imunização contra o vírus.  

No fim de semana, o Ceará recebeu um total de 316.360 doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 143.200 da CoronaVac e 173.160 da Pfizer. No entanto, o lote recebido é menor do que o previsto pelo Ministério da Saúde, cuja previsão era de entregar 319.960 doses. Segundo informações do governador Camilo Santana (PT), a pasta federal deve compensar quantitativo nas próximas remessas. 

Confira os números da vacinação no Ceará

Total de doses aplicadas: 5.478.013
Total de D1 aplicadas: 3.855.400
Total de D2 aplicadas: 1.474.118
Total de doses únicas aplicadas: 148.495

LEIA TAMBÉM | Fortaleza retoma aplicação de primeira dose na quarta-feira, 4

Campanha de vacinação

Na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Estado, todos os municípios cearenses já começaram a vacinar a população em geral. A nova etapa da campanha acontece de forma escalonada por ordem decrescente de idade, a partir dos 59 anos. Para receber a vacina, as pessoas devem estar devidamente cadastradas na plataforma Saúde Digital, da Sesa.

LEIA MAIS | Perdeu data da segunda dose da vacina contra Covid? Saiba onde ser imunizado

+ Passo a passo: como se cadastrar para a vacinação contra a Covid-19 no Ceará

Além do público em geral, as pessoas incluídas nos grupos prioritários das fases 1, 2, 3 e 4, do PNI, estão recebendo os imunizantes contra o coronavírus em paralelo. Dentre as categorias, estão: trabalhadores da saúde, idosos, indígenas, quilombolas, pessoas com comorbidades, grávidas, puérperas, pessoas portadoras de deficiência, moradores de rua, trabalhadores da educação, profissionais do transporte coletivo rodoviário, metroviário, aéreo, aquaviário, portuários entre outros.

Veja os números de vacinados por grupo prioritário no Estado**

- Profissionais de Saúde (fase 1)

Dose 1 (D1): 259.316 (102%*)
Dose 2 (D2): 210.602 (81%)
Dose Única (DU): 94

- Idosos institucionalizados (fase 1)

Dose 1 (D1): 2.207 (109%)
Dose 2 (D2): 2.169 (107%)
Dose Única: 0

- Indígenas (fase 1)

Dose 1 (D1): 19.469 (95%)
Dose 2 (D2): 19.188 (94%)

- Idosos > 75 anos (fase 1)

Dose 1 (D1): 375.279 (108,86%)
Dose 2 (D2): 359.292 (104,24%)
Dose Única: 96

- Deficientes institucionalizados (fase 1)

Dose 1 (D1): 559 (148,28%)
Dose 2 (D2): 534 (138%)
Dose Única: 0

- Idosos entre 70 e 74 anos (fase 2)

Dose 1 (D1): 238.658 (107,28%)
Dose 2 (D2): 217.113 (97,87%)
Dose Única (DU): 94

- Idosos entre 65 e 69 anos (fase 2)

Dose 1 (D1): 269.851 (98,08%)
Dose 2 (D2): 255.348 (92,17%)
Dose Única (DU): 94

- Idosos entre 60 e 64 anos (fase 2)

Dose 1 (D1): 334.233 (99%)
Dose 2 (D2): 253.824 (67%)
Dose Única: 531

- Povos e comunidades quilombolas (fase 2)

Dose 1 (D1): 14.858 (100%)
Dose 2 (D2): 12.664 (81%)
Dose Única: 0

- Trabalhadores da Força de Segurança, Salvamento e Forças Armadas (fase 2)

Dose 1 (D1): 32.616 (111%)
Dose 2 (D2): 8.267 (27%)
Dose Úncia: 49

- Gestantes, Puérperas e Comorbidades (fase 3)

Dose 1 (D1): 51.739 (89%)
Dose 2 (D2): 10.867 (19%)

- PCD e Comorbidades (Fase 3)

Dose 1 (D1): 417.043 (81%)
Dose 2 (D2): 55.702 (9%)
Dose Única: 422

- Trabalhadores da Educação (Fase 4)

Dose 1 (D1): 176.031 (97,76%)
Dose 2 (D2): 1.799 (1%)
Dose Única: 272

- Trabalhadores Portuários (Fase 4)

Dose 1 (D1): 2.975 (132%)
Dose 2 (D2): 22
Dose Única: 1

- Trabalhadores Transporte Aéreo (Fase 4)

Dose 1 (D1): 1.598 (95%)
Dose 2 (D2): 201
Dose Única: 4

*A Sesa destacou que os dados oscilam negativamente em relação aos dias anteriores por consequência de ajustes nas planilhas enviadas pelos municípios.

**As porcentagens da vacinação da população cearense são definidas com base em metas estabelecidas pela Secretaria Estadual da Saúde do Ceará (Sesa) para cada público prioritário. As taxas de aplicação correspondem às doses que já foram distribuídas. Mediante o envio de lotes de vacinas pelo Ministério da Saúde (MS), as doses dos imunizantes são distribuídas aos municípios proporcionais às estimativas populacionais de cada grupo prioritário (meta).259.285

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Olimpíadas de Tóquio: brasileiros são eliminados no salto triplo

Jogos Olímpicos
22:18 | Ago. 02, 2021
Autor Gabriel Lopes
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Na noite desta segunda-feira, 2, três brasileiros competiram na fase classificatória do salto triplo e foram eliminados das Olimpíadas de Tóquio. Almir do Santos, Mateus de Sá e Alexandro Melo não conseguiram alcançar a marca de 17 metros, que qualificava o atleta diretamente para a fase seguinte, nem se colocaram entre os 12 melhores.

Almir conseguiu a marca de 16,27 metros, enquanto Mateus chegou nos 16,49 metros, enquanto Alexandro alcançou 15,65 metros.

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Olimpíadas: Brasil pode ganhar até 10 medalhas entre hoje, 2, e terça, 3

Jogos Olímpicos
22:15 | Ago. 02, 2021
Autor O Povo
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A madrugada desta terça-feira, 3 de agosto (03/08), promete ser decisiva para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Os atletas brasileiros possuem chances de conseguir medalhas em dez provas, com chances consideráveis de pódio em pelo menos seis. A partir das 21 horas (horário de Brasília) de hoje, segunda-feira, 2, seguindo até as 7h20min da terça-feira, 3, o País será representado nas Olimpíadas em esportes como canoagem, boxe, vôlei, futebol, dentre outros.

Programação do Brasil nas Olimpíadas hoje, 2, e terça, 3

22:00: No vôlei de praia, Ana Patrícia e a cearense Rebecca disputam as quartas de final contra a dupla suíça Vergé-Dépré e Heidrich.

23h54: Se a dupla Isaquias Queiroz e Godmann conseguirem avançar para a final da canoagem, esse é o horário previsto para a decisão. 

00h20: No atletismo, Alison dos Santos disputa a final dos 400 metros com barreira. Com o segundo melhor tempo na semifinal, ele é um dos favoritos ao pódio. 

00h33: Na vela, a dupla brasileira Kahena Kunze e Martine Grael, disputa a regata da classe 49er FX. Na briga pelo ouro, elas já eram favoritas antes mesmo do início das Olimpíadas e entram na regata final, que vale o dobro de pontos, na liderança geral.

1h: A seleção masculina de vôlei disputa sua primeira partida eliminatória contra o Japão, ambos favoritos ao pódio. 

3h33: Na vela, na Classe Nacra 17, a dupla brasileira Gabriela Nicolino e Samuel Albrecht participam da regata final.

5h: O horário fica dividido entre o boxe e a semifinal de futebol entre Brasil e México, ambos possuem chances de medalha. No boxe, Beatriz Ferreira, disputa as quartas de final contra Raykhona Kodsova, do Uzbequistão. Se vencer, ela já garante uma medalha para o Brasil por avançar para as semifinais (não existe disputa pelo bronze no boxe). No futebol, se o Brasil vencer o México, garante vaga para a final e conquista no mínimo a prata. 

5h48: Na ginástica artística, Flávia Saraiva disputa a final da trave. Vale destacar que Simone Biles estará na disputa, a prova será a única final disputada pela americana após uma série de desistências nos Jogos de Tóquio. 

6h18: No boxe, o lutador brasileiro Wanderson Oliveira tem um confronto contra Andy Cruz, de Cuba, país com tradição no esporte. Se o brasileiro conseguir vencer, garante pelo menos a medalha de bronze. 

6h50: Ainda no boxe, o brasileiro Abner Teixeira já tem sua medalha garantida. A disputa será por uma vaga na final, novamente contra a Cuba, desta vez contra Julio La Cruz.

7h20: Com mais uma chance de medalha, o atual campeão olímpico, Thiago Braz está na disputa do salto com vara. Apesar do favorito na prova ser o sueco Armand Duplantis, atual recordista mundial, o brasileiro permanece sendo um dos melhores do mundo na modalidade e possui chances de pódio.  

OLIMPÍADAS DE TÓQUIO: CONFIRA AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS
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Após caso com Mariana Godoy, Record proíbe âncoras de opinar em noticiários

liberdade de expressão
22:15 | Ago. 02, 2021
Autor Lara Vieira
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Lara Vieira Autor
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Tipo Noticia

A Rede Record comunicou nesta segunda-feira, 2, um aviso a todos os seus jornalistas de que eles não devem opinar sobre notícias, exceto comentaristas pagos para esse fim. As informações são do colunista do Uol, Ricardo Feltrin. A declaração é uma resposta ao caso envolvendo a âncora do programa "Fala Brasil", Mariana Godoy. Na última sexta-feira, 30, a jornalista chamou a live de Jair Bolsonaro de "bizarra".

Na transmissão, realizada na quinta-feira, 29, Bolsonaro defendia a volta do voto impresso. No dia seguinte, as cenas foram transmitidas pelo "Fala Brasil". "O presidente Jair Bolsonaro insistiu, durante uma live bizarra, que a urna eletrônica facilita fraudes nas eleições", disse Godoy, que já é acostumada a soltar comentários em notícias. Durante a transmissão ao vivo, Bolsonaro também criticou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Barroso, que contrário a proposta de um voto impresso.

Apesar da fala sutil, a opinião foi notada pelo assessor da Presidência, Max Guilherme, que se manifestou nas redes sociais. Ele criticou a postura de Godoy e disse que "bizarra" era ela. Na publicação, Max também chamou a emissora de "comunista". Segundo o portal Uol, a Record emitiu comunicado sobre a proibição dos comentários pessoais assim que o assessor fez a publicação e reforçou, ainda, que só especialistas podem fazer os comentários.

Ainda segundo o colunista do Uol, o alerta da direção de Jornalismo da emissora é de total "isenção". Além de não estarem autorizados a expressar seus vieses políticos com palavras, os profissionais também não devem realizar expressões faciais que deixem transparecer aos telespectadores o que se pensa da noticia.

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TSE abre inquérito para apurar ataques à legitimidade das eleições

Política
22:08 | Ago. 02, 2021
Autor Agência Brasil
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu hoje (2) um inquérito administrativo para apurar ataques ao sistema eletrônico de votação e à legitimidade das Eleições de 2022.

A investigação vai apurar fatos que podem configurar abuso de poder econômico e político, propaganda eleitoral antecipada, uso indevido dos meios de comunicação, fraude e condutas vedadas a agentes públicos.

Além disso, o plenário aprovou documento assinado pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma queixa-crime contra o presidente Jair Bolsonaro.

No documento, que foi endereçado ao ministro Alexandre de Moraes, Barroso pede a apuração de "possível conduta criminosa" relacionada à live transmitida pelo presidente na semana passada. Moraes é relator do inquérito que apura divulgação de informações falsas e ataques ao STF.

Na transmissão, foram apresentados vídeos de eleitores que foram às urnas em eleições anteriores apontando supostos indícios de fraudes na utilização da urna eletrônica.

TSE

Mais cedo, todos os 15 ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde a promulgação da Constituição de 1988 assinaram nota em que defendem a lisura e a segurança do atual formato das eleições no Brasil, realizado por meio da urna eletrônica. O documento é assinado também pelo atual presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e por dois futuros presidentes, os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes.

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