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Moroni nega existência de atirador de elite em torres de segurança

O vice de Roberto Cláudio deu novo prazo de entrega da primeira Célula de Proteção Comunitária de Fortaleza, no bairro Jangurussu, para até o final de fevereiro

18:05 | 18/01/2018
Moroni Torgan
Moroni Torgan
Atualizado às 20h35h 
 
[FOTO1]A primeira Célula de Proteção Comunitária de Fortaleza, que será implantada no bairro Jangurussu, não terá atiradores de elite nas torres de vigilância, garantiu o prefeito em exercício Moroni Torgan (DEM) ao O POVO Online, nesta quinta-feira, 18. A informação sobre a presença dos atiradores no local havia sido noticiada na imprensa. Até 2020, a meta da prefeitura é instalar 30 equipamentos do tipo, abrangendo mais de um terço da Capital.
 
A previsão inicial de entrega da torre seria neste mês, mas um novo prazo foi estipulado e agora só deverá ficar pronto até o final de fevereiro, afirmou o vice do prefeito Roberto Cláudio durante apresentação do Plano 2018 do Comitê Permanente Intersetorial de Enfrentamento às Arboviroses. Parte do Programa Municipal de Proteção Urbana, as torres de vigilância contarão com dois guardas municipais e um policial militar, que farão o monitoramento de 40 câmeras instaladas pelo bairro.
 
[SAIBAMAIS]
Homens da guarda recebem treinamento para uso de arma de fogo, sob supervisão da Polícia Federal (PF). Segundo Moroni, não haverá a presença de atiradores de elite nos equipamentos de segurança, uma vez que as torres são blindadas e, por isso, não seria possível atirar de dentro delas.
 
Sobre o ataque à obra de construção do mesmo equipamento na Barra do Ceará, no último dia 26 de dezembro, Moroni diz que ação representa “o crime sentido que vai acabar o reinado dele” na região.
 
Confira a entrevista completa:
 
[VIDEO1] 
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