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Casos de chikungunya aumentam mais de 200% em 2017 em Fortaleza

Informação é da Secretaria de Saúde do Município. Ao todo, Fortaleza teve 68.924 casos notificados e 56.788 confirmados em 2016

13:00 | 18/01/2018
Coletiva de imprensa no Paço Municipal
Coletiva de imprensa no Paço Municipal
[FOTO1]Fortaleza viu crescer em 222,4% o índice de casos confirmados de chikungunya em 2017, quando comparado a 2016, conforme balanço de ações para enfrentamento às arboviroses no ano passado, divulgado pela Prefeitura nesta quinta-feira, 18. A gestão também apresentou as estragégias de combate para 2018. 
  
[SAIBAMAIS]Entre as arboviroses, o maior surto foi de chikungunya, com 68.924 casos notificados e 56.788 confirmados. O número saltou quando comparado às notificações dos últimos três anos: 17.590 em 2016, 5 em 2015 e 4 em 2014.

Dengue e zika apresentaram em 2017, respectivamente, 37.333 e 1.454 notificações, e 13.439 e 260 casos confirmados.
 
Segundo a titular da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Joana Maciel, o resultado comprova a capacidade de infecção da doença. “Realmente, (a chikungunya) é uma doença que tem uma taxa de infecção muito alta. Enquanto (com) dengue o paciente afetado desenvolve sintomas em 30% deles, no caso de chikungunya chega até a 90%. Então os casos assintomáticos são raros. Por isso a apresentação da doença é muito mais frequente”, explica a titular. 
 
As ações realizadas em 2017 se concentraram em quatro eixos: combate ao vetor, pesquisa, manejo clínico e rede assistencial/educação permanente. 
 
Além de reforçar a prevenção, a SMS prevê novas iniciativas, como o I Seminário Sobre Febre Chikungunya e Outras Arboviroses do Nordeste, que acontece nos próximos dias 30 e 31 de janeiro. 
 
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