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''Pirata'': evento internacional reúne em Fortaleza pesquisadores do oceano Atlântico

O Pirata é formado por uma rede de 21 boias meteo-oceanográficas no Atlântico Tropical operadas e financiadas pela França, Brasil e Estados Unidos. Com elas, órgãos como a Funceme fazem previsão do tempo

15:52 | 07/11/2017
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A capital cearense sedia, até sexta-feira, 10, a 22ª reunião anual do projeto de colaboração internacional Prediction and Research Moored Array in the Tropical Atlantic (Previsão e Pesquisa Ancorada no Atlântico Tropical, em tradução livre), conhecido pelo acrônimo "Pirata”. O encontro é realizado no Seara Praia Hotel, na avenida Beira Mar, com celebração dos 20 anos do projeto.

Além do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) da Universidade Federal do Ceará (UFC), o evento tem, dentre os organizadores, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). A ideia é discutir os avanços dos estudos das interações oceano-atmosfera na região tropical do oceano Atlântico, com troca de experiências entre estudantes e pesquisadores de todo o mundo.

Segundo o coordenador do Curso de Oceanografia da UFC e presidente da Conferência Pirata 22, Antônio Geraldo Ferreira, o evento reúne cerca de 110 participantes. A reunião é uma oportunidade para os trabalhos realizados pela comunidade científica serem expostos.

O projeto Pirata é formado por uma rede de 21 boias meteo-oceanográficas no Atlântico tropical operadas e financiadas pela França, Brasil e Estados Unidos.

Com o projeto, são disponibilizados diariamente gráficos de radiação solar, precipitação, vento, umidade relativa, temperatura do ar, pressão, temperatura de superfície do mar, temperatura de subsuperfície, salinidade e densidade.

A Funceme e outros órgãos utilizam essas informações para monitoramento e previsão de tempo, clima e do estado do mar.

Serviço
Programação completa do Pirata 22 no site oficial: http://funceme.br/pirata22/

Redação O POVO Online, com informações da UFC

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