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Fortaleza
creche e posto de saúde

Pici não vai ter prejuízo com construção do Cuca, garante coordenador sobre temor de moradores

23:30 | 16/10/2017
Mulher entrando no posto de saúde
Posto de saúde do Pici pode mudar de local com chegada do Cuca (Foto: Aurélio Alves / O POVO)
Com construção de nova unidade do Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte (Cuca), no bairro Planalto Pici, a comunidade teme perder serviços oferecidos pelo Centro de Cidadania e Direitos Humanos (CCDH), que dará lugar ao novo equipamento. Funcionam no local um posto de saúde, creche, escola, posto de Cadastro Único e Junta Militar. Conforme o coordenador de Juventude de Fortaleza, Júlio Brizzi, a comunidade "não vai ter nenhum prejuízo" em relação aos serviços.

"Estamos dialogando para encontrar uma (alternativa) que atenda a comunidade e que seja possível para o poder público fazer", afirma o coordenador. "Qualquer mudança que se tenha, por melhor que seja, causa uma estranheza, uma dúvida, é natural. Por isso esse processo de diálogo", diz. 

Apesar da afirmação do coordenador, moradores do Pici que usam o equipamento e servidores públicos do local afirmam não haver diálogo com a gestão do Município. A possibilidade de perder a unidade básica de saúde é uma das principais preocupações da comunidade. Sobre a creche, Brizzi garante que não passará por nenhuma alteração. 

Antes gerido pela Secretaria Regional (Ser) III, o CCDH passou para a Secretaria do Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS) durante a gestão de Roberto Cláudio. Com a construção do Cuca, a gestão do equipamento passa a ser da Coordenadoria da Juventude.

O Cuca do Pici seria a quarta unidade a funcionar na Capital. O projeto municipal, que oferta atividades gratuitas de capacitação profissional, culturais, esportivas e de lazer, já foi instalado nos bairros Jangurussu, Barra do Ceará e Mondubim.
 
Redação O POVO Online