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Mulher cola cadeados em estabelecimentos de Fortaleza

Ação da mulher em estabelecimentos comerciais e em uma igreja do bairro Messejana foi gravada em vídeo. Até o momento, não há pistas sobre a suspeita

17:25 | 25/07/2017

Cadeados de estabelecimentos de alguns bairros de Fortaleza, como José Walter, Messejana, Mondubim e Lagoa Redonda estão sendo colados, nas últimas duas semanas, por uma mulher até o momento não identificada. A ação em uma igreja no bairro Mesejana foi gravada por câmeras de segurança. A motivação da mulher que aparece colando os cadeados ainda é desconhecida.

 

Um Boletim de Ocorrência foi registrado no 6º Distrito Policial (Messejana) para o cadeado colado da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. "O boletim foi feito aqui porque um dos alvos é na nossa área, mas ela (suspeita) fez a mesma coisa em outras áreas. Estamos colhendo informações, mas o que se tem são as imagens. Não parece ser nada direcionado a igreja ou comércios, uma vez que ambos foram alvos", afirma o delegado titular do 6º DP, Bruno Figueiredo.

 

[SAIBAMAIS] 

 

As imagens de um outro vídeo mostram a mulher andando pela calçada, com uma bolsa de rodinhas. Ela para durante a caminhada próximo a um dos estabelecimentos e se abaixa, passando cola no cadeado. O dano é material, porque foi necessário serrar alguns dos cadeados para abrir os pontos.

 

Até esta terça-feira, 25, não há pistas sobre o caso, conforme o delegado Bruno Figueiredo. "É um crime de dano, porque traz prejuízos", completa.

 

Veja vídeo:

 

 [VIDEO1]

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) ressaltou a importância do registro de Boletim de Ocorrência (BO) para que as medidas pertinentes ao caso sejam tomadas. “A Polícia Civil do Estado do Ceará informa que o crime de dano ao patrimônio particular necessita de representação das vítimas, pois são classificadas como ações penais públicas condicionadas. Ou seja, a vítima (ou seu representante legal) deve exercer o direito de ação (a representação) dentro de seis meses”. 

Redação O POVO Online

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