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Homens são condenados após matar geógrafo por engano no São João do Tauape

O crime ocorreu em agosto de 2013, por motivações passionais. Átila Rocha Jucá morreu por engano após tiroteio em um salão de beleza

15:47 | 08/12/2016
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[FOTO1] Dois homens acusados de matar o geógrafo Átila Rocha Jucá, aos 24 anos, em um salão de beleza, no bairro São João do Tauape, foram condenados na madrugada desta quinta-feira, 8. O crime ocorreu em agosto de 2013.

Por decisão do Conselho de Setença do 5º Tribunal do Júri de Fortaleza, Ednardo Leite de Sousa foi condenado a 28 anos de prisão e José Roberto Pinto de Sousa a 24 anos e seis meses. Os dois responderam pela morte do geógrafo que foi morto por engano e também pela tentativade homicídio do cabeleireiro do local, que era o verdadeiro alvo.

As penas deverão ser cumpridas em regime inicialmente fechado. Os jurados atenderam a tese defendida pela acusação de homicídio e tentativa de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante a recurso que impossibilitou a defesa das vítimas). Ednardo recebeu maior tempo de reclusão devido ao seus antecedentes criminais.

Crime
O homicídio ocorreu na noite do dia 22 de agosto de 2013. As vítimas estavam no salão de beleza, no bairro São João do Tauape, que pertencia ao irmão de Átíla. José Roberto entrou no local, fingindo ser cliente e efetuou disparos após identificar o cabeleireiro que trabalhava no estabelecimento e que era o verdadeiro alvo.

Por erro na execução, o geógrafo acabou também sendo atingido e faleceu. José Roberto fugiu na garupa de uma motocicleta, que era pilotada por Ednardo, mandante do crime. O crime teria sido motivado por ciúmes. A companheira de Ednardo era ex-mulher do cabeleireiro.
 
Redação O POVO Online com informações do TJCE 
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