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Fugitivo do presídio de Alcaçuz é preso no José Walter

17:45 | Dez. 07, 2016
Autor Jéssika Sisnando
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Jéssika Sisnando Repórter
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[FOTO1]O fugitivo da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, a maior unidade prisional do Rio Grande do Norte (RN), Ezequiel Rodrigues da Silva, 30, foi preso no bairro José Walter nesta quarta-feira, 7, acompanhado de um colega que também era procurado pela Justiça. A prisão foi realizada pelo Comando Tático Motorizado (Cotam), do Batalhão de Choque.

O POVO apurou que a prisão aconteceu durante uma abordagem de Rotina. Ezequiel fugiu de Alcaçuz (RN) e foi recapturado em Canoa Quebrada, município de Aracati, mas foi encaminhado à Delegacia de Capturas (Decap), de onde fugiu novamente, com outros sete internos.

A abordagem em que ele foi preso nesta quarta-feira,7, aconteceu na Avenida D, do bairro José Walter. Segundo a fonte ouvida pelo O POVO, Ezequiel estava acompanhado de Elias Pinheiro, de 37 anos. Ele também é fugitivo da Decap. 

Ezequiel seria o proprietário da arma e Elias da motocicleta roubada. Elias teria relatado aos policiais militares que comprou a moto por R$ 700, na Feira da Parangaba.

 A dupla pretendia matar um inimigo no bairro Conjunto Palmeiras, mas a ação foi frustrada. Elias responde na Justiça a crime de formação de quadrilha, tráfico, homicídio e posse de drogas. Já Ezequiel possui antecedentes por roubo e furto. O caso foi encaminhado ao 8º DP para realização do flagrante.

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Powell: ainda não está claro se variante Delta terá grande impacto sobre economia

ECONOMIA
15:47 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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Presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, afirmou que o impacto da variante Delta sobre a economia dos Estados Unidos ainda "não está claro", mas disse que a pandemia de covid-19 ainda "está conosco" e deve seguir desta forma por "algum tempo". Durante sessão de perguntas e respostas com professores e estudantes nesta terça-feira, o dirigente disse que a crise sanitária ainda lança uma "sombra sobre a produtividade" e os EUA não podem "declarar vitória" neste assunto.
Segundo Powell, o país não vai "simplesmente retornar" à economia do período anterior à pandemia de coronavírus.
Powell notou ainda que os empregos e a atividade do setor de serviços no país tem se recuperado mais lentamente. "Esta é uma parte da economia que está longe de se recuperar plenamente", disse.
O setor financeiro, porém, não é uma fonte de riscos no momento, afirmou o banqueiro central. "O sistema financeiro está forte agora e atravessou a pandemia como uma fonte de força", avaliou Powell, ao comparar a atual crise com a Grande Recessão de 2008/2009.
O dirigente ainda afirmou que o uso de dinheiro digital tem se tornado "cada vez mais importante" na sociedade americana, e a possível adoção de uma moeda digital pelo Fed é uma "questão desafiadora e muito interessante".

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Distribuição dos lucros do FGTS renderá R$ 1,86 a cada R$ 100 em conta; veja como calcular

15:46 | Ago. 17, 2021
Autor Adriano Queiroz
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Adriano Queiroz Autor
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Trabalhadores que tinham saldo positivo na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no dia 31 de dezembro do no passado terão direito à parte da distribuição dos lucros de aproximadamente R$ 8,12 bilhões obtidos pelo fundo em 2020. Os depósitos acontecerão no dia 31 de agosto em cerca de 191,2 milhões de contas.

Se você tinha saldo positivo na sua conta do FGTS naquela data, receberá um acréscimo de pouco mais de 1,86% sobre o valor total que dispunha, mesmo que tenha efetuado algum saque em 2021. Para ser mais preciso, você deve calcular a quantia que estava depositada na sua conta em 31 de dezembro de 2020 por 0,01863517.

Citando alguns exemplos, quem tinha R$ 100 vai receber R$ 1,86. Por sua vez, quem tinha R$ 1.000 receberá R$ 18,63. Já quem tinha R$ 10.000 em conta terá depositado o valor de R$ 186,35 e, assim sucessivamente.

Apesar dos depósitos, as regras do saque continuam as mesmas e só poderá retirar o dinheiro quem se encontrar em uma dessas 18 situações:

1.Demissão sem justa causa
2.Rescisão por acordo entre empregador e empregado;
3.Para compra da casa própria;
4.Para complementar pagamento de imóvel comprado por meio de consórcio;
5.Para complementar pagamento de imóvel financiado (pelo SFH – Sistema Financeiro de Habitação);
6.Rescisão por término de contrato por prazo determinado;
7.Por fechamento da empresa: vale em caso de extinção parcial ou total da empresa ou estabelecimento;
8.Rescisão por culpa recíproca (empregador e empregado) ou por força maior (se a empresa é atingida por um incêndio ou enchente, por exemplo);
9.Rescisão por aposentadoria;
10.Em caso de desastres naturais, como enchentes e vendavais;
11.Se um trabalhador avulso, empregado através de uma entidade de classe, fica suspenso por período igual ou superior a 90 dias;
12.Para trabalhadores quem tem 70 anos ou mais;
13.Trabalhadores ou dependentes portadores de HIV;
14.Trabalhadores ou dependentes diagnosticados com câncer;
15.Trabalhadores ou dependentes que estejam em estágio terminal por causa de uma doença grave;
16.Empregados que ficam três anos seguidos ou mais sem trabalhar com carteira assinada;
17.Em caso de morte do trabalhador, os dependentes e herdeiros judicialmente reconhecidos podem efetuar o saque.
18.Saque aniversário

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Ministro critica "insinuações generalizadas" contra militares

Geral
15:44 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Brasil
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O ministro da Defesa, Braga Netto, disse hoje (17) que as Forças Armadas “têm sido agredidas com insinuações generalizadas” e que isso tem acarretado em “desnecessário desgaste institucional”. A afirmação foi feita durante audiência pública na Câmara dos Deputados, onde Braga Netto prestou esclarecimentos sobre nota oficial assinada por ele e pelos comandantes militares.

Publicada no dia 7 de julho, a nota foi um repúdio a declarações do senador Omar Aziz (PSD-AM) sobre a conduta de alguns militares supostamente envolvidos em casos suspeitos de corrupção no governo federal.

De acordo com Braga Netto, o texto foi uma “resposta a um pronunciamento pontual considerado desrespeitoso e injusto”. “Essa resposta foi emitida de forma direta, clara, necessária e legítima, em referência às palavras ofensivas à história das FAs [Forças Armadas], à memória dos heróis do passado e à honra dos militares de hoje atingidos pela generalização. Esse foi o motivo”, disse o ministro durante audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle.

Ainda segundo Braga Netto, a emissão de resposta não foi uma “decisão precipitada”, como insinuado por parlamentares. “Ao contrário: houve consulta às Forças. Levou-se em conta o cenário atual, as consequências danosas advindas da injustiça cometida, e o prejulgamento, onde a parte se confunde com o todo; onde as suposições são transformadas em verdade; e onde instituições seculares são citadas de maneira injusta, sendo imaculadas em sua reputação junto à sociedade brasileira”, acrescentou.

Braga Netto criticou o que considera prejulgamentos” com relação à “participação de militares em supostas falcatruas, de forma generalizada e apenas com base em suspeitas e ilações, sem a necessária comprovação material e sem a observância do devido processo legal”.

Tal atitude, segundo ele, vai de encontro aos preceitos do Estado Democrático de Direito. “Possíveis desvios de condutas individuais ou coletivos são punidos pelos regulamentos militares, pelo código militar e, quando pertinente, pela legislação comum. Assegurar a ampla defesa e não considerar ninguém culpado até o trânsito em julgado faz parte dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição Federal”, completou.

Após a divulgação da nota, Omar Aziz se defendeu, afirmando que não fez uma generalização às Forças Armadas, tendo, na verdade, referido-se a uma minoria.

Urnas e poder moderador

Aproveitando a presença do ministro na comissão, os parlamentares pediram esclarecimentos de Braga Netto sobre algumas manifestações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, questionando a confiabilidade das urnas eletrônicas, e com relação ao papel das Forças Armadas, especialmente sobre ser ou não um “poder moderador” em caso de conflito entre os Três Poderes.

Autor de um dos requerimentos de convite ao ministro para falar na comissão, o deputado Elias Vaz (PSB-GO) disse que as declarações que colocam em xeque o sistema eleitoral brasileiro são uma ameaça à democracia.

Em resposta, Braga Netto disse que “hoje em dia, se a pessoa tem posição diferente, ela é criminalizada”. “Isso agora virou batalha de vida ou morte, mas é apenas questão de opinião”, completou o ministro.

Em resposta às perguntas sobre considerar as Forças Armadas uma “espécie de poder moderador”, para casos de conflito entre os Três Poderes, Braga Netto disse que “o país tem somente três poderes que têm de estar harmônicos e serem independentes”. 

O ministro destacou que as Forças trabalham com base no Artigo 142 da Constituição Federal. Segundo o artigo, as Forças Armadas “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

Politização de quartéis

Alguns parlamentares pediram também esclarecimentos sobre uma suposta “politização dos quartéis” e com relação à participação de militares em manifestações.

“Tenho muito respeito e admiração pelo general Villas Boas, apesar das controvérsias que se colocam. Ele fazia questão de lembrar que, quando a política entra pela porta de um quartel, a disciplina e a hierarquia saem pelas outras. E o senhor sabe mais do que eu que disciplina e hierarquia é a coluna vertebral das Forças Armadas. Há que se ter muito cuidado com relação a isso”, disse a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) ao criticar a passagem de veículos da Marinha pela Esplanada no dia 10 de agosto, mesmo dia marcado para a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Voto Impresso.

“O presidente da República não usa politicamente as FAs. Ponto. E não existe política partidária dentro dos quartéis. Alguns dos senhores confundem política com a defesa dos interesses da Força. Os comandantes conversam com parlamentares e ministros para isso”, respondeu Braga Netto. “Foi um ato formal de entrega de um convite ao presidente da República, ao ministro da Defesa e aos comandantes da FAs, para assistirem a um tradicional serviço militar em Formosa”.

Outro assunto abordado pelo ministro foi a discussão sobre se o Brasil viveu ou não uma ditadura durante o período militar. "Não, não considero que tenha havido uma ditadura. Houve um regime forte, com excesso dos dois lados, mas isso tem que ser analisado na época da história, de guerra fria e tudo mais. Não trazer uma coisa do passado para os dias de hoje. Se houvesse ditadura, talvez muitas pessoas não estariam aqui. Execuções, ditadura, como disse um dos deputados, são em outros países.”

matéria atualizada às 15h32 para acréscimo de informações 

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Lima fala em corrigir erros, foca no Flamengo e responde a críticas sobre o ataque do Ceará

15:44 | Ago. 17, 2021
Autor Lucas Mota
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O meia-atacante Lima participou de entrevista coletiva nesta terça-feira, 17, na reapresentação do elenco alvinegro. Com a semana cheia para trabalhar para o próximo confronto diante do Flamengo, o jogador comentou sobre o momento de corrigir os erros cometidos na derrota para o Corinthians, a busca por três pontos contra o Rubro-Negro e as críticas ao setor ofensivo do Ceará.

"Infelizmente aconteceu (quebra de invencibilidade de 11 jogos). Temos a semana para trabalhar, ver os nossos erros e consertar. Temos um jogo difícil pela frente. Uma hora ia acontecer. Agora é retornar e buscar a vitória no domingo (contra o Flamengo)", afirmou Lima.

Questionado sobre as críticas ao setor ofensivo do Alvinegro, o camisa 45 entende como naturais quando a vitória não vem. "Normal quando não têm os gols, sai 0 a 0 como aconteceu diante do Atlético-GO, lógico que a cobrança vai vir. Teve o clássico, ganhamos por 3 a 1, aí você não vê as críticas. A gente sabe do potencial que tem nosso setor ofensivo. Queremos sempre balançar as redes. Têm jogos que não acontece. A gente trabalha para isso. A torcida sabe do nosso poder ali na frente. Como falei, quando se veste a camisa do Ceará vai vir cobrança. Temos que agir naturalmente. Uma hora o gol vai sair", respondeu.

Para se recuperar na tabela após a derrota, o Ceará tem pela frente adversário complicado, o Flamengo. O retrospecto recente é positivo para o Vovô. A equipe do Porangabuçu venceu os dois embates na Série A do ano passado, com triunfos por 2 a 0 no Castelão e no Maracanã.

"A gente sabe que é uma grande equipe. Vencemos duas partidas (na temporada passada). Vamos com tudo para buscar os três pontos. Têm grandes jogadores lá, aqui também têm. Vamos com tudo igual como fomos no ano passado e conseguimos duas vitórias", disse Lima.

O jogador espera aproveitar a semana cheia de preparação para o confronto contra os cariocas. Entre os pontos de ajustes necessários, segundo Lima, está a marcação, que o time deixou a desejar contra o Corinthians.

"Jogadores da qualidade do Flamengo, não podemos dar muito espaço. Creio que temos que fazer uma marcação forte. Não podemos deixar pensar muito para a gente aproveitar, ter vantagens dentro do campo e conquistar os três pontos."

O Ceará enfrenta o Flamengo neste domingo, 22, às 16 horas, no Castelão.

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Líder da bancada ruralista diz que PL do IR ainda precisa de ajustes

ECONOMIA
15:37 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), conhecida como bancada ruralista, deputado Sérgio Souza (MDB-PR), disse que a Reforma do Imposto de Renda, relatada pelo deputado Celso Sabino (PSDB-PA), "ainda precisa de ajustes". A intenção do relator e do governo é aprovar o texto ainda nesta terça-feira no plenário da Câmara, porém, há forte resistência no Parlamento à proposta.
"Pode vir um aumento de carga tributária para o agro e encarecer ainda mais o nosso custo de produção, fica nosso alerta e precisamos prestar muita atenção no debate da proposta", disse Souza em nota. "O texto do projeto ainda não está do jeito que o setor agropecuário gostaria, falta um ou outro ponto para ajustar. Com o trabalho conjunto da FPA, IPA, governo e o relator, a tendência é avançarmos para um consenso."
Pela manhã, lideranças do MDB, PSD, DEM, Cidadania e PSDB se reuniram para tratar sobre o texto. A tendência majoritária no encontro foi contrária à aprovação do texto como estava.
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, no entanto, afirmou ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que a entidade está apoiando a aprovação da versão atual do projeto.
Segundo ele, a decisão foi tomada nesta terça pela manhã após a negociação de um acordo que envolve outras demandas dos municípios.
Ele garante que os Estados também serão beneficiados, embora a resistência dos governadores à proposta do IR persista.

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