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Justiça mantém prisão de policial militar acusado de atirar contra seguranças em festa

Johnatan foi preso em flagrante no 9º Distrito Policial, após atingir os seguranças Bruno de Castro Francilino, 24, e Jaime Gomes da Silva Neto, 38.

10:32 | 09/11/2016

O juiz Fernando Antônio Pacheco Carvalho Filho, auxiliar privativo da 2ª Vara do Júri de Fortaleza, negou liberdade provisória para o policial militar Johnatan Tiago Silva de Andrade. O PM é acusado de atirar contra dois seguranças de festa no Terminal de Passageiros do Porto do Mucuripe, no último dia 11 de outubro. A decisão foi publicada no Diário da Justiça, nessa segunda-feira, 7.

Johnatan foi preso em flagrante no 9º Distrito Policial, após atingir os seguranças Bruno de Castro Francilino, 24, e Jaime Gomes da Silva Neto, 38. Na época, a assessoria da produtora da festa Garota White informou que o policial estaria causando tumulto e os seguranças pediram que ele se retirasse.

“A ordem pública foi abalada, uma vez que, segundo os elementos indiciários colhidos até o presente momento processual, o suplicante [policial], sendo um profissional da segurança pública, atirou em pleno evento público, causando pânico e insegurança entre as pessoas que ali se encontravam”, disse o juiz em sua decisão.

Segundo o magistrado, os fatos demandam a manutenção da prisão para garantia da ordem pública, notadamente pelo “modus operandi” do agente. “A conduta do réu demonstra claramente propósitos de desprezo e destemor pela Justiça Pública, de modo que a liberdade daquele simbolizaria risco à ordem pública”, informou.

Redação O POVO Online com informações do TJCE

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