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Aedes aegypti já causou 39 óbitos e infectou quase 65 mil pessoas este ano

Cisternas, tambores e tanques são os principais pontos de infestação do mosquito

19:44 | 18/11/2016

Mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, chikungunya e zika, já infectou 64.408 pessoas este ano no Ceará. Trinta e nove pessoas - 25 com dengue e 14 com chikungunya - morreram em decorrência de complicações causadas pelas doenças. Conforme atualização semanal de doenças compulsórias da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), foram confirmados 35.122 casos de dengue; 27.333 por chikungunya; e 1.929 com zika, 93 deles em gestantes. Dos 150 casos de microcefalia confirmados no ano, em 24 houve identificação do vírus zika.

Em números indicados em relatório do terceiro Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) feito este ano e divulgado na última quinta-feira, 17, em novembro 12 municípios (10,81%) apresentaram alta infestação do Aedes aegypti, 32 (28,83%) dos municípios estão em situação de média infestação e 67 (60,36%) apresentaram índice satisfatório. Capistrano, com 14,5, é o município com o maior índice de infestação; seguido de Canindé (13,7) e Baturité (8,5).

Cisternas, tambores e tanques predominam (60,62%) entre os locais onde a maior infestação de larvas do mosquito; seguidos pelos depósitos móveis (vasos ou pratos de plantas, bebedouros de animais) com 11,73%. Em cerca de 11,55% dos depósito elevados como a caixa d'água o Aedes aegypti esteve presente. Outros depósitos como ralos, vasos sanitários desativados, lixo, pneus somaram 16,10% dos focos do vetor.

Redação O POVO Online 

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