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Tribunal Regional do Trabalho corta gastos para se manter até o fim do ano

Os contratos atuais devem permanecer até dezembro deste ano, por meio de ação coordenada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho. Houve corte de 30% nas verbas destinadas ao custeio e 90% nas verbas destinadas ao investimento no TRT

16:48 | 26/07/2016
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O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) adotou medidas drásticas para se manter financeiramente. Entre as mudanças estão a redução dos contratos de segurança, zeladoria, diminuição de estagiários e também a suspensão de contratos de telefonia móvel. O Plano de Cortes quer manter o Tribunal funcionando até, pelo menos, o fim desse ano.
 
Em entrevista à Rádio O POVO CBN (Fm 95.5 AM 1010), o diretor geral do TRT Ceará, Francisco Ibiapina, afirma que foi enviada ao Congresso Nacional uma previsão orçamentária. Durante a discussão da Lei Orçamentária Anual, ficou decidido corte de 30% nas verbas destinadas ao custeio e 90% nas verbas destinadas ao investimento no TRT. "Procuramos fazer (os cortes) mais na área asministrativa, de sorte a evitar que o trabalhador cearense sofresse algum prejuízo nos serviços prestados", diz.
 
"A gente entende que o impacto não foi tão grande. Nossa preocupação maior foi justamente os investimentos. O Tribunal trabalha com processo judicial eletronico. Não fazer investimentos durante todo o ano em equipamentos e serviços que dê a garantia de continuidade, a médio e longo prazo, pode afetar", afirmou em entrevista ao programa O POVO no Rádio. "Entendemos que, para 2017, nós consigamos ter um orçamento ideal que permita que o Tribunal mantenha suas atividades de maneira normal, sem restrições". 
 

Ação coordenada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho permitiu a locação de créditos extraordinários que vai permitir, no Ceará, pagar todos os contratos atuais até dezembro próximo.
 
Redação O POVO Online
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