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Acusado da morte do modelo Johnny vai aguardar julgamento em liberdade

Renilson está preso no Hospital Geral e Sanatório Penal Professor Otávio Lobo e deve ser liberado na segunda-feira, 6

19:39 | 03/06/2016
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Após cinco meses preso, o agente penitenciário Renilson Garcia Araújo Lima vai aguardar o julgamento em que é acusado pelo crime de homicídio qualificado, contra o modelo Johnny Moura Melo, 22, que foi morto na saída de uma festa em um buffet no bairro Dunas, no dia 27 de dezembro. A informação é do advogado de Renilson, o advogado Delano Cruz.

A decisão do juiz de direito Antônio Carlos Pinheiro Klein Filho é de que Renilson seja julgado pelo Tribunal do Júri. Renilson segue preso no Hospital Geral e Sanatório Penal Professor Otávio Lobo, em Itaitinga.

Conforme Delano Cruz, pelo fato dele ser um agente penitenciário não pode ficar junto de outros presos. Apesar da decisão, a defesa diz que o agente deve ser liberado na próxima segunda-feira, 6.

 Conforme a defesa, o pedido pela liberdade de Renilson foi concedido pois o agente é réu primário, tem profissão definida e residência fixa. "Não há registro que o réu esteja envolvido com atividades criminosas e nem que represente, uma vez posto em liberdade, perigo para grantia da ordem pública, para a aplicação da lei penal e por, sobretudo, não apresentar indicativo de habitualidade delitiva", descreve.

 

O caso 

 Renilson está preso desde o dia 29 de dezembro do ano passado. Ele foi autuado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pela morte do modelo Johnny Moura.

Conforme a apuração da Polícia Civil, a morte aconteceu em decorrência de uma discussão entre o modelo e o agente penitenciário dentro da festa. Na saída do evento o modelo foi baleado na cabeça e socorrido pela namorada ao Instituto Doutor José Frota (IJF), Centro, mas não resistiu aos ferimentos.

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