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Grupos se manifestam em defesa do Minha Casa Minha Vida nesta quarta-feira

Movimentos sociais fazem ato em frente à Caixa Econômica Federal da av. Mister Hull nesta quarta, 1° de junho. Nesta terça, 31, houve manifestação na av. Francisco Sá

18:32 | 31/05/2016
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Movimentos sociais vão realizar ato em defesa do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) às 8 horas da manhã desta quarta-feira, 1°. A manifestação ocorre em frente à Caixa Econômica Federal, na av. Mister Hull, no bairro Antônio Bezerra.
 
O protesto acontece após o governo do presidente em exercício Michel Temer anunciar que não vai mais contratar 2 milhões de moradias do MCMV como era a meta até o fim de 2018. O ministro das Cidades, Bruno Araújo, confirmou a informação.
 
Nesta terça-feira, 31, os manifestantes se reuniram em frente a unidade da Caixa, na av. Francisco Sá. Cerca de 30 pessoas da Associação de Moradores dos bairros Ellery e Monte Castelo, da Federação de Bairros e Favelas e do Sindicato dos Bancários do Ceará pariticiparam do ato. O grupo também protestou contra a Medida Provisória 727/2016 que fortalece a "interação entre o Estado e a iniciativa privada" e permite ações de "desestatização".

Um dos organizadores do protesto, Aguinaldo Aguiar, que é sócio da Associação de Moradores, afirmou à Rádio O POVO CBN que, com as últimas decisões do Governo, o programa vai ser "inviabilizado" para quem mais precisa. "Além desse anúncio da suspensão do MCMV, o ministro das Cidades também anunciou que vai acabar os subsídio para a faixa de renda familiar de até R$ 1.800, que é exatamente a população que mais precisa".
 
 
De acordo com Aguiar, mais de 100 pessoas estão inscritas no programa do Governo Federal só nos bairros Ellery e Monte Castelo. "Esse sonho da casa própria não vai ser adiado apenas. Está sendo destruído", disse em entrevista ao programa O POVO no Rádio. "Esse Governo deu um golpe para retirar conquistas que foram pequenas mas importantíssimas para a população pobre do Brasil".
 
O POVO Online tentou entrou em contato com a presidência do Sindicato dos Bancários do Ceará, mas não houve atendimento.  
Redação O POVO Online
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