PUBLICIDADE
Notícias

Agente penitenciário e testemunhas são ouvidos pela Justiça sobre morte do modelo Johnny

Além de Renílson Garcia Araújo Lima, foram ouvidas seis testemunhas de defesa e oito de acusação

16:07 | 26/04/2016
NULL
NULL

Em audiência realizada na última segunda-feira, 25, foi ouvido o réu do caso de assassinato do modelo Johnny Moura Melo, de 22 anos, morto com um tiro após sair de uma festa no fim do ano passado. O agente penitenciário Renilson Garcia Araújo Lima prestou depoimento na audiência presidida por Edson Feitosa dos Santos Filho, juíz auxiliar da Comarca de Fortaleza em atuação na 4ª Vara do Júri.

Além de Renílson, foram ouvidas seis testemunhas de defesa e oito de acusação. Renilson é acusado de cometer homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima).

De acordo com o Tribunal de Justiça, serão apresentados na próxima fase do processo os memoriais escritos, em que o Ministério Público (acusação), os advogados contratados pela família de Johnny (assistência de acusação) e a defesa terão cinco dias cada para expôr as alegações finais.

Entenda o Caso Johnny

A morte do modelo Johnny Moura Melo ocorreu no último dia 27 de dezembro. Por volta das 5h30min, quando ele saía de um buffet no bairro Dunas, foi atingido com um tiro na cabeça disparado por Renílson, segundo a denúncia do Ministério Público e inquérito feito pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Johnny chegou a ser encaminhado para o hospital Instituto Dr.José Frota (IJF), mas não resistiu aos ferimentos.

Antes, durante a festa, os dois haviam se envolvido em uma briga, com Renílson sendo contido por seguranças no local.

Renílson foi preso em flagrante dois dias depois no bairro Antônio Bezerra. No dia 21 de janeiro, o agente penitenciários teve prisão preventiva decretada em audiência de custódia pela juíza Adriana da Cruz Dantas.

Redação O POVO Online

TAGS