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Fortaleza
NOTÍCIA

Sexteto suspeito de vender ilegalmente vales transportes é preso

As prisões aconteceram no bairro Parangaba - Área Integrada de Segurança 5 (AIS 5)

22:56 | 18/03/2016
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A operação “Passe Livre”, desencadeada pela Polícia Civil do Estado do Ceará, resultou na manhã desta sexta-feira, 18, na prisão de seis pessoas suspeitas de venda ilegal de vale transporte eletrônico em terminais de ônibus de Fortaleza. As prisões aconteceram no bairro Parangaba – Área Integrada de Segurança 5 (AIS 5).

Elisvaldo Franklin Passos, de 25 anos, João Mairo Miranda Chaves, 20, Maria Elenice de Maria Freitas, 26, Natannael Thiago Oliveira Nascimento, 27, Paulo Roberto de Barros, 28 e Ricardo Alcântara Soares, de 33 anos. Apenas Paulo Roberto, que responde por roubo, possui antecedentes criminais.

O Sindicato das Empresas de Transporte do Estado do Ceará (Sindiônibus) denunciou o caso à Polícia. Os policiais da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) deram início às investigações que culminaram nas prisões do sexteto. As informações são da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

De acordo com o delegado Jaime de Paula Pessoa Linhares, Titular da DDF, com a venda ilegal de passagens, os suspeitos arrecadavam cerca de R$ 300 em apenas uma manhã.

Presos em flagrante

Com os suspeitos, foram apreendidos dezenas de cartões eletrônicos nos nomes de outras pessoas e uma quantia não divulgada de dinheiro. Foi apreendida também uma planilha com anotações do rodízio das vendas das passagens.

O grupo foi atuado em flagrante por estelionato e na lei dos crimes contra a economia popular. Em depoimento, os seis confessaram as práticas criminosas.

Segundo o titular da DDF, delegado Jaime de Paula, as investigações continuam e as pessoas que repassaram os cartões para os suspeitos serão identificadas e intimadas a prestar esclarecimentos. Se comprovado a participação no esquema criminoso, elas também responderão pelo delito.

                                                                                         Redação O POVO Online

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