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PM reprime tentativa de ocupação do Palácio da Abolição pelo MST

Os policiais usaram gás de pimenta e cassetetes na ação. Uma idosa e uma grávida precisaram de atendimento médico

13:00 | 08/03/2016
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Ativistas do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) foram impedidos, com gás de pimenta e golpes de cassetete, de ocupar a recepção do Palácio da Abolição, no Meireles, logo no início da manifestação ocorrida nesta manhã. Composto majoritariamente por mulheres, o grupo afirma ainda que elas foram xingadas pelos policiais militares (PMs) que fazem a guarda do palácio. Vídeo feito por integrantes do MST registrou a ação. Confira a seguir.
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O assessor especial de Acolhimento aos Movimentos, Acrísio Sena, classificou o episódio como um "incidente lamentável". Ele afirma que a repressão não faz parte da orientação do governo. Segundo ele, houve um "choque", provocado pelo "atrito de forças". A assessoria de imprensa do MST afirma que duas mulheres, uma grávida e uma idosa, tiveram de receber atendimento médico — uma delas, em uma unidade de saúde, enquanto a outra, por médicos ligados ao movimento.

%2b Ouça entrevista com o vereador Acrísio Sena à rádio O POVO CBN (FM 95.5 e AM 1010)

Irineuda Monte Lopes, coordenadora do MST, repudiou o ataque. "A ocupação seria pacífica. Não aprovamos depredação, até porque entendemos que é um patrimônio público, somos todos nós quem pagamos", afirmou.

Redação O POVO Online
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