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Departamentos da Uece são arrombados e furtados na madrugada desta sexta

Conforme o reitor da instituição, após o arrombamento de algumas portas, foram levados notebooks, datashows e cpu's. Suspeitos de cometer o crime ainda não foram identificados

16:41 | 29/01/2016
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Três departamentos da Universidade Estadual do Ceará (Uece), no Campus do Itaperi, foram furtados durante a madrugada desta sexta-feira, 29.

Ao todo, foram arrombadas quatro portas. Uma do Centro de Ciências da Educação (CCE) chegou a ser forçada, mas não levaram nada do local.  

De acordo com o reitor da instituição, Jackson Sampaio, até as 22h desta quinta-feira, 28, não havia nenhum registro do ocorrido.

Conforme o reitor, foram levados notebooks do Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (Life), cpu's da diretoria do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT) e datashows da Faculdade de Veterinária (Favet).

O incidente, de acordo com ele, ainda está sendo investigado e a quantidade de equipamentos levados será contabilizada.
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Na próxima segunda-feira, 1º, às 9 horas, está prevista uma reunião com o reitor e com os chefes das seguranças patrimonial e privada da universidade.

"Pedi para identificarem os guardas que estavam nos postos para ouvi-los. Hoje não seria possível porque, como eles atuam em regime de plantão, na manhã eles já não estavam mais de serviço", explica o reitor.

Vulnerabilidade dos Campi

O reitor da Uece vê o incidente como o "resultado de um conjunto de vulnerabilidades". Segundo ele, o próprio crescimento dos 11 campi, com um maior número de alunos, de salas e de cursos, e até mesmo a aquisição de novos equipamentos eletrônicos, tornam a instituição mais vulnerável.

Ele também cita a insegurança das cidades e centros urbanos onde os campi estão inseridos. "Há 20 anos, o Itaperi era longe, um sítio distante, era tudo muito tranquilo. Hoje é cercado de todo o adensamento urbano", compara o reitor.

Para ele, além da falta de discussão sobre o assunto, crescem os investimentos para infraestrutura das universidades mais do que para a segurança. "Como posso estabelecer uma política de segurança sem discutir questões como a democracia, liberdade, a inclusão social? Vamos procurar soluções; não podemos ficar estáticos", complementa.


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