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Ônibus atinge mureta do viaduto que liga Pontes Vieira à 13 de maio

Conforme o motorista do ônibus, que diz ter sido "fechado" por um veículo, havia cerca de 30 passageiros quando o acidente ocorreu. Duas mulheres ficaram feridas na cabeça, com o impacto

16:32 | 09/07/2015
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Atualizada às 17h29min

Um ônibus da empresa Terra Luz que fazia a linha 012 - Circular II, no sentido avenida Pontes Vieira - 13 de maio, atingiu a bifurcação do viaduto localizado sobre a avenida Aguanambi, por volta das 14h30min desta quinta-feira, 9.

De acordo com Reginaldo Almeida, que dirigia o coletivo no momento do acidente, um Palio preto trafegava ao lado, na faixa esquerda da via, quando tentou ultrapassá-lo para acessar a alça paralela.

Ele afirma que estava a apenas 30km/h, mas após ser "fechado" pelo veículo, se viu forçado a "puxar" o ônibus para a direita, a fim de evitar a colisão, e por isso atingiu a mureta de proteção.

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O condutor do carro não conseguiu efetuar a manobra e seguiu em frente, em direção à avenida 13 de maio.

Conforme o motorista, havia cerca de 30 passageiros no coletivo quando o acidente ocorreu e, com o impacto, duas mulheres ficaram feridas na cabeça. Ambas foram encaminhadas ao hospital.

Outros funcionários da empresa de ônibus afirmaram que o condutor do carro não prestou socorro e fugiu.

"Eu espero que ele tenha consciência para se prontificar e prestar um depoimento. Ele podia ter ocasionado algo sério, algo gravíssimo", afirmou Reginaldo.

Uma viatura da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) esteve no local e o ônibus foi rebocado.

Com o impacto, os vidros foram lançados para a frente do veículo. "Isso mostra como pode ser perigosa a mania do passageiro de ficar na frente, muito perto do vidro. Isso aí poderia ser uma pessoa. Inclusive, um rapaz quase atravessou o vidro na hora do acidente. Ele podia cair lá embaixo", alertou Reginaldo. 

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"Obra irregular"

Bancário aposentado e proprietário de um comércio localizado próximo ao viaduto, Lúcio Costa declarou ao O POVO que os acidentes são frequentes no local. De acordo com ele, a causa seria a própria estrutura da obra.

"Todos os órgãos sabem que essa obra é completamente irregular. Ela fica perpendicular e não dá visibilidade aos motoristas. Aqui já houve mais de 30 colisões", criticou.
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Lígia Costa, especial para O POVO Online
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