Defesa de homem preso por forjar a própria morte diz que ele foi sequestrado
Preso é suspeito de forjar a situação para se livrar de um golpe no comércio. A defesa diz que sequestradores divulgaram imagens do corpo, sugerindo o assassinato
A defesa do homem que foi preso no Aeroporto Internacional Pinto Martins, por forjar a própria morte, afirma que Andrews Fellipe Dias Alexandre, 26 anos, foi sequestrado. As imagens de um corpo, sugerindo o seu assassinato, também teriam sido programadas pelos sequestradores, que roubaram seu celular, conforme o advogado de defesa dele, Robson Gomes.
De acordo com a investigação da Polícia, Andrews Fellipe teria saído de casa, no bairro Maraponga, para deixar o seu carro em uma oficina e depois seguir em direção ao trabalho, em um shopping localizado no Jóquei Clube. Ele nunca apareceu e o seu sumiço ganhou repercussão nas redes sociais, mas segundo Robson, Andrews estava de licença do trabalho por motivos de saúde.
''No dia 3 de julho, ele pegou um táxi para ir ao hospital. Quando desceu, foi abordado por homens em um carro de cor escura, que o levaram, encapuzado, para um cativeiro", disse Robson ao O POVO Online, na manhã desta quinta-feira, 9. O advogado diz ainda que seu cliente ficou preso em um quarto escuro, sem possibilidades de escapar.
O sequestrado teria sido libertado no dia seguinte, em uma estrada do Rio Grande do Norte. "A única coisa que meu cliente ouviu foi que ele tinha que sumir e não poderia voltar pra Fortaleza. Nessa estrada, um proprietário de uma churrascaria o ajudou a entrar em contato com a família e lhe cedeu dinheiro para a passagem para Fortaleza'', relatou Robson.
A defesa de Andrews afirma que a Polícia o prendeu antes que ele pudesse dar sua versão. "Os sequestradores usaram o celular do meu cliente, acessaram suas senha pessoais, e divulgaram falsas informações. Nós estamos recorrendo", completou.
A delegada Socorro Portela, diretora da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), informou que o homem segue preso e a Polícia Civil não confirma a versão dele. "Essa é a história que ele está contando, mas a investigação aponta que ele criou essa morte para se livrar de um golpe no comércio. O fato criminoso ocorrido no trabalho dele também será investigado", frisou.
O POVO Online solicitou informações sobre a motivação do sequestro alegado pelo preso, mas a defesa disse que não revelaria detalhes por questões de segurança.
De acordo com a investigação da Polícia, Andrews Fellipe teria saído de casa, no bairro Maraponga, para deixar o seu carro em uma oficina e depois seguir em direção ao trabalho, em um shopping localizado no Jóquei Clube. Ele nunca apareceu e o seu sumiço ganhou repercussão nas redes sociais, mas segundo Robson, Andrews estava de licença do trabalho por motivos de saúde.
''No dia 3 de julho, ele pegou um táxi para ir ao hospital. Quando desceu, foi abordado por homens em um carro de cor escura, que o levaram, encapuzado, para um cativeiro", disse Robson ao O POVO Online, na manhã desta quinta-feira, 9. O advogado diz ainda que seu cliente ficou preso em um quarto escuro, sem possibilidades de escapar.
O sequestrado teria sido libertado no dia seguinte, em uma estrada do Rio Grande do Norte. "A única coisa que meu cliente ouviu foi que ele tinha que sumir e não poderia voltar pra Fortaleza. Nessa estrada, um proprietário de uma churrascaria o ajudou a entrar em contato com a família e lhe cedeu dinheiro para a passagem para Fortaleza'', relatou Robson.
A defesa de Andrews afirma que a Polícia o prendeu antes que ele pudesse dar sua versão. "Os sequestradores usaram o celular do meu cliente, acessaram suas senha pessoais, e divulgaram falsas informações. Nós estamos recorrendo", completou.
A delegada Socorro Portela, diretora da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), informou que o homem segue preso e a Polícia Civil não confirma a versão dele. "Essa é a história que ele está contando, mas a investigação aponta que ele criou essa morte para se livrar de um golpe no comércio. O fato criminoso ocorrido no trabalho dele também será investigado", frisou.
O POVO Online solicitou informações sobre a motivação do sequestro alegado pelo preso, mas a defesa disse que não revelaria detalhes por questões de segurança.
Redação O POVO Online