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Retirada de óleo vegetal, na Praia do Mucuripe, deve durar cinco dias

16:44 | 08/04/2015
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Os 3,9 mil litros de óleo vegetal alimentício, que vazaram na Praia do Mucuripe na madrugada de terça-feira, começaram a ser retirados da orla na própria terça, 7. A substância vazou de uma das tubulações de descarregamento do produto, transportado em navio. Segundo informou a Gorduras e Margarinas Especiais (GME), do grupo cearense M. Dias Branco, empresa que receberia o produto, trata-se de Óleo de Palma - não tóxico e usado na alimentação humana.

A remoção do óleo no mar já foi concluída por empresa especializada e o trabalho de remoção do óleo que chegou à faixa de areia e pedras na praia está em andamento. A expectativa é de que seja concluído nos próximos cinco dias - segundo informou a GME em nota enviada ao O POVO Online.

Técnicos da Secretaria Municipal do Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) visitaram o local.
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"O óleo é biodegradável. O Ibama solicitou que seja feita a retirada o mais rápido possível. E eles (empresa) estão com todo esforço para fazer isso. O instituto fez ontem (terça-feira), inclusive, um levantamento para apurar se houve dano turístico. Conversamos com as pessoas que praticam surf na região e com os vendedores de produtos alimentícios", afirmou Ronfran Ribeiro - responsável pela Divisão Técnica do Ibama.

A limpeza está sendo executada por uma equipe no local com remoção direta nos pontos atingidos pelo produto (areia e rochas), de forma manual e cuidadosa, para evitar danos ao meio ambiente. O material recolhido - óleo vegetal alimentício e areia - está sendo armazenado para posterior destinação, de acordo com legislação vigente. A GME ainda informou que o trabalho de limpeza está sendo acompanhado por fiscalização sanitária e ambiental acionada pela empresa.

Redação O POVO Online
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