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Em vez de sermões, gritos de guerra contra o capitalismo no enterro de Gilvan Rocha

Gilvan Rocha morreu na noite da última sexta-feira, aos aos 72 anos. Militante político, empresário e escritor, ele se tornou um dos símbolos da resistência contra a ditadura militar

22:00 | 27/12/2014
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O militante político, Gilvan Rocha, um dos fundadores do PT e do Psol no Ceará, foi enterrado no fim da tarde deste sábado, 27, no Parque da Paz, em Fortaleza. Ele foi encontrado sem vida em sua residência, no bairro Aldeota, em Fortaleza, aos 72 anos, na noite da última sexta-feira. A causa da morte não foi divulgada. O pernambucano é um dos símbolos da resistência política contra a ditadura militar (1964-1985) e se tornou um dos principais críticos sobre ações e rumos da esquerda no Brasil.

Entre amigos e integrantes de grupos de estudos criados por Gilvan, foram ao sepultamento políticos como os vereadores João Alfredo e Toinha Rocha, do Psol; o senador comunista Inácio Arruda; o deputado federal eleito Odorico Monteiro (PT); o secretario da Cultura Paulo Mamede e o ex-secretario da saúde de Fortaleza, Manoel Fonseca.

Não houve celebração religiosa. Em vez de sermões e pregações, gritos de guerra contra o capitalismo e canções engajadas como Internacional Socialista.

Redação O POVO Online com informações do repórter Demitri Túlio
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