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Exposição #SomosTodosHumanos leva reflexão contra preconceito às escolas

A iniciativa, inédita no Ceará, foi inspirada na polêmica que envolveu o jogador Daniel Alves, em maio deste ano

10:57 | 04/11/2014

Escolas de Fortaleza recebem até o dia 24 de novembro a exposição #SomosTodosHumanos, um movimento de provocação social, que prega a tolerância e o combate a todos os tipos de preconceitos, de orientação sexual, racial, religioso ou social.

A iniciativa, inédita no Ceará, foi inspirada na polêmica que envolveu o jogador Daniel Alves, em maio deste ano, quando teve uma banana arremessada em sua direção, no gramado, durante uma partida entre o Barcelona e o Villarreal.

Na ocasião, o jogador recolheu a fruta do chão e comeu. Momentos depois do ocorrido, as redes sociais exibiam a hashtag #SomosTodosMacacos.

A escola Eudoro Correia, no bairro Parangaba, o Colégio Ari de Sá, na Washington Soares, e a Secretaria Municipal de Horizonte, recebem a exposição #SomosTodosHumanos, que reúne peças da campanha homônima produzidas entre julho e setembro deste ano, e veiculadas nas plataformas do Grupo de Comunicação O POVO.

Campanha

O idealizador e executivo de projetos especiais do O POVO, Cliff Villar, explica que o objetivo da iniciativa “é gerar reflexões a respeito do preconceito em seus diversos níveis”.

Cliff acrescenta ainda que a ação, que integrou 12 agências de publicidade em uma campanha de grande abrangência, trata-se de um projeto de inclusão. “O POVO tem a tradição de levantar bandeiras, por exemplo, a campanha para os transplantes de coração no Hospital de Messejana, o movimento para os tratamentos das vítimas da AIDS, a preservação do Parque do Cocó, Tempo de Delicadezas e outros. O POVO nasceu na praça e só pode ter este tipo de vocação, o de construir com a sociedade e ampliar sempre mais e mais”, complementa.

Prêmio

No próximo dia 28 de novembro está marcada a solenidade de entrega do “Prêmio Melhores Empresas Para Trabalhar – Ceará”, que terá como tema a iniciativa.

A exposição poderá passar ainda por outros lugares e escolas indicados pela sociedade fortalezense.

Redação O POVO Online
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