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Após novo acidente, universitária apresenta 'melhora significativa', segundo IJF

Ela matou três pessoas após atropelamento na avenida Paulinho Rocha, em 2012, e se envolveu em uma colisão no último dia 10 de outubro

17:15 | 21/11/2014
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Após mais de um mês do novo acidente, a universitária Amanda Cruz da Silva, 24 anos, teve uma melhora significativa em seu quadro clínico, mas permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo o Instituto Dr. José Frota (IJF). Ela matou três pessoas após atropelamento na avenida Paulinho Rocha, em 2012, e se envolveu em uma colisão no último dia 10 de outubro. O POVO Online entrou contato com o hospital nesta sexta-feira, 21.

Amanda dirigia um veículo Peugeot e colidiu frontalmente com uma picape Amarok, no km 3 da BR-116, próximo ao viaduto do Makro. A universitária ficou presa às ferragens e sofreu lesões graves, mas foi socorrida ao IJF.

Internada na unidade hospitalar desde outubro deste ano, a estudante estava entubada e sedada, e seu estado de saúde era considerado grave. Agora, de acordo com o IJF, além da "melhora significativa" da paciente, Amanda está respirando sem a ajuda de aparelhos e seu quadro clínico é estável, mas segue na UTI. O IJF informou que não existe previsão de alta.

Suspensão da CNH
Após o novo acidente, a Justiça decidiu suspender por um ano, através da decisão da Vara Única de Trânsito, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de Amanda.

Na decisão que suspende a CNH de Amanda, o juiz Jorge Di Ciero Miranda descreve a universitária como uma "pessoa sem o mínimo senso de responsabilidade para conduzir veículo automotor em via pública".

Acidente em 2012
No dia 17 de março de 2012, a estudante Amanda Cruz da Silva perdeu o controle do veículo após passar pelo viaduto da avenida Deputado Paulino Rocha e atropelou três pessoas.

Em entrevista ao O POVO, na ocasião, a jovem disse que voltava para casa, após abastecer em um posto de gasolina, quando uma moto barulhenta teria passado por ela, que assustou-se. Por causa disto, ele teria jogado o carro para o meio-fio.

Após o acidente, populares tentaram agredir a condutora, mas foram impedidos por policiais do Ronda do Quarteirão. Amanda ficou detida no Instituto Penal Feminino Desembargadora Auri Moura Costa, em Aquiraz, Região Metropolitana da Capital, por mais de 90 dias e teve a prisão revogada no dia 13 de julho pelo tempo que ficou presa, por ser ré primária e ter residência fixa.
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